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Ministro mantém diretor da PF até agosto

12:00 | 02/03/2016
Uma jogada do Palácio do Planalto combinada com o novo ministro da Justiça, o procurador Wellington Cesar, vai manter no cargo até agosto o diretor-geral da Polícia Federal, delegado Leandro Daiello. O Governo não quer passar a impressão, tão propalada, de tentativa de ingerência na investigação da Lava Jato. O diretor tem sobrevida de mais cinco meses até o fim da Olimpíada, por ser um dos principais envolvidos na segurança dos Jogos. Então o ministro decide se o substitui ou não.

Porta a porta
Categorias da PF fazem ofensiva no Congresso a partir de amanhã, por apoio de políticos à independência da corporação. Citarão que investigações têm amparo judicial.

Autonomia
Dentro de dois meses, a Associação de Delegados de PF, a classe mais forte, reúne em Brasília seus dirigentes dos Estados. Vão lançar documento pela autonomia da Polícia.

Plano Cardozo
À frente da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo pretende ampliar o quadro de funcionários e se aproximar das entidades que representam a categoria.

Cofre da Previdência
O Governo faz ‘terrorismo’ sobre o caixa da Previdência Social, garantem entidades de classe dos servidores. Duas provas disso: a União paga os aposentados em dia, e no Orçamento deste ano vai redirecionar R$ 69,7 bilhões de receitas destinados à Previdência para outros programas.

Lábia advocatícia
Repercute muito mal no eixo Salvador-Brasília a ação de grupo familiar que diz ter prestígio no Tribunal Regional da Bahia e no Tribunal Superior do Trabalho. Os advogados conquistam contas milionárias na área trabalhista e junto a faculdades.

Mercado sem travas
Depois de cronograma estendido, vai a plenário em abril o novo Código Comercial do País. O vigente é do século 19. "O Brasil vivencia ambiente econômico fragilizado, de insegurança em termos de legislação, com quebra de contratos, o que espanta potenciais investidores”, diz o presidente da comissão, deputado Laécio Oliveira (SD-SE).

Em alta
Engana-se quem diz estar em baixa o vice Michel Temer. No Piauí, que visita amanhã, mais de 60 jornalistas se credenciaram para a coletiva que dará na sede do PMDB.

Memórias
O petista Eduardo Suplicy, atual secretário de Direitos Humanos de Fernando Haddad na Prefeitura de São Paulo, mandou para o prelo o livro ‘24 anos de Senado’.

Delcídio, a novela
A assessoria do senador Delcídio garante que ele não visitou colegas do Conselho de Ética, porque está de licença médica em São Paulo. Fontes confirmam que esteve com alguns membros, antes da viagem, para se defender previamente.

Produção (inter)nacional
O Brasil tem 220 mil caça-níqueis operando irregularmente em bares e casas. Os dados estimados são do Instituto Jogo Legal. Uma curiosidade: são três brasileiros quem dominam a tecnologia de confecção das máquinas, e as fábricas estão fora do País.

Tarso oculto
Ex-ministro da Educação, da Justiça e de Relações Institucionais do governo Lula, além de ex-governador do Rio Grande do Sul, o petista Tarso Genro circulou sem ser reconhecido pela Câmara dias atrás. Está barbudo (grisalho) e muito mais magro.

Piorou, muito
Tarso mostrou pessimismo e afirmou que o atual momento do PT é mais complicado que à época do mensalão. “Tínhamos apoio dos movimentos sociais e um projeto administrativo consolidado. Hoje o cenário é outro, bem diferente”.

Sangue brizolista
Correntes esquerdistas do PT citam como “lamentável” a ausência da presidente Dilma na festa de 36 anos do partido. Crescem rumores de que ela pode voltar para o PDT.

Será?
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já admite a parlamentares próximos que será “difícil suportar a pressão” caso o STF aceite a denúncia contra ele.

Ponto Final
“O jogo é anterior à religião, jogar não é pecado”
Magnho José, professor e presidente do Instituto Jogo Legal, em apresentação na Câmara dos Deputados

Com Walmor Parente e Equipe DF, SP e Nordeste
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