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Comando da Força Nacional tem investigado por morte

12:00 | 23/01/2016
O comando da Força Nacional, um dos responsáveis pela segurança dos Jogos Olímpicos, tem entre seus oficiais um militar investigado por uma morte em operação, contrariando portaria 3.383 do Ministério da Justiça, que proíbe admissão de agentes que respondam a processos. É o tenente-coronel da PM do Piauí Erotildes Messias Sousa Filho. Em abril de 2013, numa malsucedida operação, ele matou a tiros o gerente de um banco que fora rendido por bandidos, na cidade de Miguel Alves (PI). Sobre a presença de Sousa na Força, O MJ empurrou a responsabilidade para o Governo do Piauí, cuja assessoria não se manifestou.

Memória

Disparos feitos por revólver mataram o gerente Admyston Rodrigues Alves. Segundo laudo da Polícia Civil, os tiros saíram da arma do policial Messias Sousa.

Blindagem

Para blindá-lo, padrinhos poderosos conseguiram sua nomeação em Brasília em 2014, onde foi alocado no comando de operações especiais e assumiu a gerência de operações.

Padrinhos

O tenente Messias Sousa assessora diretamente o Chefe de Gabinete da SENASP, Marcello Barros, de quem é protegido, e a Secretária de Segurança, Regina Miki.

Força do coldre

O oficial Messias Sousa ficou tão poderoso na Força que hoje é ele quem decide quem fica ou sai dos quadros da corporação, remanejando agentes em todo o Brasil.

Aeroporto & coração

As autoridades escondem a verdade sobre a morte da criança que precisava de transplante de coração em Brasília. A FAB alega ‘questões operacionais’ para justificar por que não fez o transporte. É que o aeroporto de Itajubá, no Sul de Minas, onde estava o coração doado, passa por obras há mais de um ano e segue fechado.

Recesso

A FAB, que tem acordo de cooperação para este tipo de serviço, informou que havia equipe de plantão, apesar de seu cronograma de voos com autoridades – serviço à parte – ter tido um recesso entre 31 de dezembro e 4 de janeiro, período do ocorrido.

Faltou bom senso

Curiosamente, Itajubá é sede de uma das maiores fábricas de helicópteros da América do Sul, com helipontos e aeronaves novinhas no pátio. Um telefonema de um mandatário aliada à boa vontade dos executivos da Helibrás poderiam ter ajudado a transportar o órgão para o aeroporto mais próximo, onde desceria jato da FAB.

Bomba na pista

A pista do mega Aeroporto de Cargas de Anápolis, destinado ao porto seco, tem diferença de angulação que excede o limite para operação. Em suma, após quase R$ 300 milhões investidos em terraplanagem e obras, ela não serve para aterrissagens, conta um especialista que acompanha o caso. O pepino ficará com o Governo de Goiás.

BBB na mira

Não chamem a deputada federal Tia Eron (PRB-BA) para assistir ao BBB na TV Globo. Ela está irada e vai pedir investigação na Câmara por ato de racismo no programa. É que uma esponja de lavar louça usada pelos participantes é um boneco de cor negra e cabelo sarará.

Pátria do acinte

A Justiça moraliza, mas os políticos acham subterfúgios para manter a imoralidade. Sairá do seu bolso, contribuinte, os mais R$ 800 milhões que vão abastecer as campanhas pirotécnicas de outubro. O aumento de mais 130% do Fundo Partidário é um dos pontos de acinte da peça orçamentária aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

Com Equipe DF, SP e Nordeste
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