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Decolagem de genro de senador causa rebelião na Anac

12:00 | 16/07/2015
Os funcionários e diretores da Agência Nacional de Aviação Civil ensaiam rebelião. Há revolta velada com a indicação do genro do senador Eunício Oliveira, Ricardo Fenelon, para uma das vagas de diretor. Recém-formado em Direito e recém-casado com a filha do parlamentar, ele era estagiário da Anac. Sua especialização, apontam, é um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) sobre Aviação Comercial. Eunício faz campanha, e passou na terça na liderança do PSDB para pedir apoio. A sabatina será agendada no Senado. O indicado não foi localizado. A Anac e a assessoria do senador não comentam

Férias frustradas
Circula nos bastidores da Lava Jato que a PF apenas aguarda o desembarque de dois ex-parlamentares no Brasil, hoje de férias no exterior, para algemá-los e voar para Curitiba.

Outra Itaipu
O líder do PT, deputado Sibá Machado, conversa com o chanceler Mauro Vieira. O Brasil pode assinar com a Bolívia memorando para a construção de usina binacional.

É pra já
A turma brazuca e boliviana quer aproveitar a reunião do Mercosul para concretizar as obras. A usina no rio madeira, na fronteira dos países, é promessa de cinco anos atrás.

Comunistas em Cuba
Presidente do PCdoB, a deputada federal Luciana Santos (PE) viaja sábado com comitiva para Havana. Sonha se encontrar com o líder Fidel Castro, inspiração para os comunistas brasileiros, e se apresentar como primeira mulher a presidir o partido. O séquito tem garantia de pelo menos apertar a mão do presidente Raúl Castro.

Olho vivo
Luciana diz que o novo momento de Cuba, com a abertura iminente e o fim do embargo dos Estados Unidos, exige um olhar apurado e de perto do partido. ‘Há um fato novo, os EUA viram que a sua política não deu certo. É um momento de afirmação’.

Corpo a corpo
A passagem na última terça por uma cafeteria do Brasília Shopping foi a segunda visita do governador Geraldo Alckmin em dois meses ao local. Voltará em breve. É o único local em que o tucano faz um teste de popularidade fora de São Paulo. Por ora, tietado.

Ecos da operação
Do deputado Efraim Filho (DEM-PB), sobre a briga o cerco da PF, motivado pelo MP Federal de Janot, ao Congresso: ‘Não era hora de uma briga institucional’.

Cunha x Governo
Acuado, com receio de virar alvo da Lava Jato, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, quer começar pela imprensa a briga com o MP. Chamou a turma para café hoje.

Enredo dos possantes
O senador Collor cravou da tribuna que os carros apreendidos eram seus. Não havia registro deles em seu nome na Justiça Eleitoral. A assessoria não se posicionou. Então os escondeu da Justiça e dos eleitores, mesmo os veículos em nome das empresas

E fim de papo
O ministro do Trabalho, Manoel Dias, se impôs na reunião da Executiva Nacional do PDT e sepultou a tentativa da bancada na Câmara derrubá-lo do cargo. A turma era liderada pelos federais Weverton Rocha (MA) e Ronaldo Lessa (AL), de olho na vaga.

Fim de linha
Até a reunião, o ministro conseguiu confirmar apoios oficiais na legenda e se blindou da tentativa de golpe. Como divulgado, cobrada pela presidente Dilma, a bancada tentou empurrar para o ministro a culpa pela votação em peso contra o ajuste fiscal.

Cala-boca
A bancada quis retomar o caso em 30 dias. Mas Dias falou grosso: ‘Se vamos resolver, será agora, não vamos permitir que esses entreguistas de direita controlem o Brasil’.

Tão perto 1
Esse caso do cerco da Lava Jato ao advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do TCU, Aroldo, por tráfico de influência, acendeu o alerta em muitos ministros das cortes superiores que têm parentes diretos advogando em causas que tramitam nos Tribunais.

Tão perto 2
Não é raro encontrar parentes de 1º e 2º graus de ministros do STJ, TCU, STF atuando em causas que as Cortes analisam. Os casal de filhos do presidente do STJ, Francisco Falcão, tem banca na capital. Mas não há relatos de processos de clientes na Corte.

Dedo na tomada
A Coluna revelou que Cedrazinho virou o advogado da Itaipu meses após o pai visitar a direção da hidrelétrica. E adivinha qual Tribunal passará a julgar as contas da usina?


Ponto Final
“Hoje, as empresas do comércio e indústria colocam placas de 'Não temos vagas'. Não é apenas para informar, é porque a demanda está muito alta, e querem mostrar para os desempregados que as vagas foram fechadas''.

Deputado Federal Gilberto Nascimento, suplente da Mesa Diretora.

Com Equipe DF, SP e Nordeste
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