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A polêmica da cota feminina no Legislativo

12:00 | 05/06/2015
A emenda aglutinativa nº 37 na reforma política já causa polêmica antes de ser votada no plenário da Câmara. Ela insere na Constituição o Artigo 102 e determina cota de vaga para mulheres em todas as Casas Legislativas, dos Poderes municipais ao Federal, com cálculo ainda a ser definido. A robusta bancada masculina comenta que a Lei Eleitoral 9.504 de 97 já obriga os partidos a destinarem 30% das vagas nas candidaturas para mulheres, e na maioria dos casos não é cumprida porque não encontram quem se interesse. A solução, para os contrários à cota, passa pelo cerco do TSE e pele esforço das legendas.

Diversidade
O 1º Parágrafo é outra polêmica: ‘é vedada a utilização de qualquer outro tipo de cota que não seja do sexo feminino’. Restringe direitos civis e fere a diversidade de gênero.

Pluralidade
Para um deputado, em tempos modernos as mulheres não podem restringir a cota. Se passar a delas, os travestis, gays, padres, umbandistas, índios etc também vão pleitear.

Pleito amplo
Brinca outro parlamentar: ‘Imagine cota para canhotos, ou para vesgos..’. Já a bancada feminina acredita que a cota será a melhor forma de os partidos cumprirem a lei

Trem-pequi
Ao apelidar de Trem-pequi o projeto da ferrovia Goiânia-Anápolis-Brasília desengavetada da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste, o governador Marconi Perillo, de Goiás, escapa de um eventual descarrilamento político futuro.

Trem-legal
Evita-se nomeá-lo de trem-bala porque não há certeza de que o será. Mas sim, um trem tradicional de passageiros, com mais conforto e razoável operação de velocidade, ligando as cidades em ferrovia já existente – e certamente com reformas para adaptação.

Entrando no trilho
Pequi é conhecida fruta do cerrado usada na culinária regional. Com sabor amargo como o que se prevê sobre o orçamento do projeto. A versão trem-bala pode sair a R$ 5 bilhões, mesmo com PPP. A versão tradicional, o que se estuda, a R$ 1 bi.

Do lado de lá
Pelo menos 200 operários foram demitidos por empreiteira que constroi um cassino em Macau, a nova terra de ricos na Ásia, registrou o Boletim de Notícias Lotéricas.

Rádio Maria
O Vaticano realizou em Milão há dias o encontro mundial de gestores da Rádio Maria, espalhada por centenas de países. Quer investir forte no Brasil, cuja sede é Brasília.

Letreiros da discórdia
A retirada do letreiro com nome de José Maria Marin da sede da CBF no Rio lembra caso semelhante das letras douradas que indicavam o Edifício José Carlos Gomes de Carvalho, o finado Carvalhinho, da sede da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP).

Sobrou um
O letreiro foi retirado após as denúncias de corrupção e desvios na FIEP em causa própria, para custos de viagens, do seu jatinho e de gastos de suas empresas pagos pela entidade. O empresário ainda dá nome a um auditório no subsolo da CNI em Brasília.

Ecos do Distritão
Estreante na Câmara, mas veterana no Legislativo como ex-vereadora em Salvador e estadual, a deputada Tia Eron (PRB) comemorou a derrota do ‘Distritão’ na reforma política: ‘Postura clara contra a instalação da ditadura política e a oligarquia eleitoral, própria dos países como Jordânia e Afeganistão’.

Eita!
Dirigente do PRB baiano, Tia Eron diz que já está ‘em campo para recrutar líderes de todas as vertentes, resgatar a credibilidade e reformar concretamente a política baiana!’

Oca News
Mais mudança nos cargos de primeiro escalão: Flávio Chiarelli, presidente da FUNAI, está com os dias contados no Ministério da Justiça. Teve reunião com o ministro José Eduardo Cardozo há 15 dias. O substituto deve ser um suplente de senador do Norte.

Pajelança
Pegou mal a fala de Chiarelli na Câmara (justo onde) de que não passaria a PEC 2015/2000, que coloca sob decisão do Congresso a demarcação de terras indígenas.

Ponto Final
‘Do jeito que a FIFA virou pó, talvez (ele) seja uma indicação’.

Da apresentadora da GloboNews Leilane Neubarth, sobre Diego Maradona ser um possível candidato à presidência da entidade.

Com Equipe DF, SP e Nordeste
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