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Sobral ganha o seu primeiro hotel de grife

16:20 | 16/07/2014
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A tradição de Sobral de não ter uma hotelaria no nível de importância da cidade está acabando. O município acaba de ganhar o seu primeiro hotel de grife, com 120 apartamentos e quatro salões de eventos em condições de acomodar até 70 pessoas em formato auditório. O Tulip Inn Sobral segue a linha da rede BHG – Brazil Hospitality Group, que administra no Brasil as marcas Tulip Inn, Golden Tulip e Royal Tulip onde o foco de negócios é o segmento corporativo. O hotel de Sobral acaba de concluir o período de soft open e entrar fase operacional.
O empreendimento está situado ao lado de uma torre empresarial, vizinho do maior centro de compras da cidade, o Norte Shopping Sobral, e a 500 metros do principal terminal rodoviário da região.

 

Outra novidade do empreendimento sobralense é a parceria com o restaurante Semoara, de propriedade do empresário Filipe Baião, que fornece o café da manhã do hotel. Em breve, será inaugurando o Semoara Sobral, na mesma linha de parceria que é oferecida nos hotéis da rede em Fortaleza, entre eles o Golden Tulip Iate Plaza. Hoje, a cadeia holandesa BHG congrega nas três marcas um total de mais de 200 hotéis em 40 países.

 

Argentinos foram os turistas que menos gastaram na Copa
Os argentinos foram os estrangeiros que menos gastaram durante o torneio. O ticket médio (valor gasto por compra) desembolsado pelos hermanos foi de R$ 127. Os dados são da empresa de cartões Cielo, que considerou todo o volume gasto por estrangeiros no país entre 12 de junho e 8 de julho.

Os holandeses ficaram no primeiro lugar no ranking de gastos, com desembolso de R$ 446 por compra. Conforme ainda o levantamento, os suíços aparecem em seguida, com gasto, na média, de R$ 416 por compra, seguidos dos russos (R$ 386), coreanos (R$ 321), ingleses (R$ 315), alemães (R$ 308), belgas (R$ 288), austríacos (R$ 287), uruguaios (R$ 282), franceses (R$ 267), colombianos (R$ 262), japoneses (R$ 248), equatorianos (R$ 245), chilenos (R$ 237), portugueses (R$ 217), mexicanos (R$ 213), italianos (R$ 207), americanos (R$ 198), espanhóis (R$ 174) e, por último, os argentinos (R$ 127).

O levantamento mostra que curiosamente o gasto médio de todos os estrangeiros em cada compra caiu 7,2% durante a Copa na comparação com os cinco primeiros meses do ano. De acordo com a Cielo, os turistas que visitaram o país de janeiro a maio gastaram R$ 260 por compra em média, enquanto o ticket médio durante o tornei foi de R$ 241.

Paulistas foram os que mais viajaram
O fluxo de brasileiros foi intenso durante a Copa do Mundo. No total, 3.056.397 pessoas se movimentaram pelo país, a maioria deles (67,2%) por destinos que ainda não conhecia, segundo pesquisa do Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas.

O maior grupo foi de paulistas, com 858.825 viajantes, sendo 544.268 de turistas (que pernoitam no destino) - e outros 314.557 de excursionistas (que retornam no mesmo dia). O segundo estado que mais emitiu representantes foi o Rio de Janeiro com 260.527. Na sequência vieram os baianos, com 220.021; os mineiros, com 204.425; os paranaenses, com 165.694; os pernambucanos, 160.324; os paraibanos, 142.949; os goianos, 123.928; os catarinenses 123.851; e os gaúchos, 113.208.

 

Avaliação dos estádios
Os turistas brasileiros também avaliaram os estádios e a infraestrutura turística com índices positivos que variam entre 90% a 80% para a cidade e entre 30% a 90% para os estádios. As melhores avaliações das cidades-sede ficaram por conta da receptividade e atendimento com 90,5% de satisfação, e 87,2% no quesito opções de turismo e lazer. E o índice mais baixo foi quanto a limpeza, com 70,3% de avaliação positiva.

Já em relação aos estádios, de um modo geral eles receberam 92% de avaliações positivas, mas os preços da alimentação dentro das arenas desagradaram os visitantes brasileiros que apontaram apenas 31,2% de satisfação.

 

Bate-e-volta
Entre os brasileiros que mais circularam pelo país durante a Copa, o Ministério do Turismo considera turista aquele que pernoita na cidade ou destino visitado e chama de excursionista o viajante que esteve na cidade-sede dos jogos e retornou no mesmo dia. Com isso, dos cerca de 3 milhões de brasileiros que circularam pelo Brasil durante a Copa, pelo menos 2.152.392 se enquadram na categoria de turistas e outros 904.005 são excursionistas, ou seja, assistiram ao jogo da Copa e retornaram aos seus destinos no mesmo dia.

 

Brics superou a Copa
Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de hotéis do Ceará – ABIH-CE, Darlan Leite, a visibilidade que a capital teve a com o encontro dos BRICS foi superior ao proporcionado pela Copa. Para ele, os holofotes do mundo ficaram voltados exclusivamente para a capital cearense e, durante o Mundial, esse foco era distribuído pelas 12 cidades- sede.

“Sei que a dificuldade maior é a ligação aérea de nossa cidade com a China, Índia, Rússia e África do Sul, mas, se nós conseguirmos encanta-los, não faltará companhia aérea para nos conectar”, afirma ele, complementando que o Ceará e, em especial Fortaleza, terá o turismo internacional consolidado com o encontro.

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