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São Paulo reinicia rodízio de veículos nesta segunda-feira

Autor - Agência Brasil
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O rodízio para veículos leves em São Paulo voltará a ser válido nos horários de pico da manhã (7h às 10h) e da tarde (17h às 20h), de segunda a sexta-feira.

A partir desta segunda-feira (2) volta a vigorar na cidade de São Paulo o rodízio de veículos, dentro do Programa de Restrição ao Trânsito de Veículos Automotores. Ele estava suspenso para carros desde 22 de março.

O rodízio para veículos leves voltará a ser válido nos horários de pico da manhã (7h às 10h) e da tarde (17h às 20h), de segunda a sexta-feira. Não poderão circular, nos horários estabelecidos, veículos automotores, inclusive caminhões, com os seguintes finais de placas:

Segundas-feiras: dígitos finais 1 e 2;

Terças-feiras: dígitos finais 3 e 4;

Quartas-feiras: dígitos finais 5 e 6;

Quintas-feiras: dígitos finais 7 e 8;

Sextas-feiras: dígitos finais 9 e 0.

A capital paulista adotou o rodízio em horário noturno para veículos leves entre 22 de março e 30 de julho, acompanhando o toque de restrição decretado pelo governo do estado. 

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Presidente da Caixa é o convidado do Sem Censura de hoje

Geral
2021-08-02 06:37:55
Autor Agência Brasil
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O programa Sem Censura desta segunda (2) recebe o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. A jornalista Marina Machado conversa, ao vivo, a partir das 21h30, com Guimarães sobre a transformação digital do banco e as perspectivas do cenário econômico do país.

O programa também recebe dois debatedores especialistas, os jornalistas Raphael Veleda (Metrópoles) e Débora Bergamasco (SBT). No debate, várias pautas da atual gestão da Caixa, como as iniciativas para expansão da atuação do banco pelo País.

Pedro Guimarães tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, tendo coordenado diversas operações no âmbito de mercado de capitais. É Ph.D. e mestre em economia pela University of Rochester, mestre em economia pela FGV/RJ e bacharel em economia pela PUC/RJ.

Presidente da Caixa desde 2019, ele liderou em 2020 o maior movimento de inclusão social, digital e financeira do Brasil, que consistiu no pagamento de Auxílio Emergencial para a população mais carente, alcançando mais de 67,9 milhões de pessoas, totalizando mais de R$ 293,1 bilhões em pagamentos.

Em seu novo formato semanal, o programa Sem Censura ganha ritmo ágil e linguagem clara e direta com a participação de debatedores convidados e interação do público, que pode participar usando a hashtag #novoSemCensura, no Facebook, Twitter e Youtube.

O programa é transmitido para todo o País em TV aberta por meio das emissoras afiliadas à Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP/TV), gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e também por outras plataformas ao vivo e on demand.

Como assistir

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Clique aqui para saber como sintonizar a programação da TV Brasil.

Seus programas favoritos também estão no TV Brasil Play, pelo site ou por aplicativo no smartphone. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS.

Assista também pela WebTV: tvbrasil.ebc.com.br/webtv. 

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Ana. Sem título: Um filme sobre inventar e recuperar histórias

Ana. Sem título
2021-08-02 00:30:00
Autor João Gabriel Tréz
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João Gabriel Tréz Autor
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Tipo Opinião

Os primeiros momentos de "Ana. Sem Título", novo longa da cineasta carioca Lúcia Murat, são importantes por apresentar, de forma precisa, a base na qual a produção se desenrolará nos minutos seguintes. Registros da exposição "Mulheres radicais: arte latino-americana, 1960-1985", que ocupou a Pinacoteca de São Paulo em 2018, e diálogos da atriz Stella Ribeiro com parceiros de cena em um camarim variam entre si, reunindo elementos-chave da produção. Na preparação para entrar em cena, Stella lê uma citação de "Um teto todo seu", de Virginia Woolf.

"Quando um tema é altamente controverso, não se pode dizer a verdade. Pode-se apenas dar à plateia a oportunidade de tirar suas próprias conclusões enquanto observa as limitações, os preconceitos e as idiossincrasias de quem fala. É provável que a ficção contenha, aqui, mais verdade que os fatos", divide. Propondo uma elaboração do texto em relação ao contexto brasileiro recente, ela e os colegas refletem sobre discursos e bandeiras de figuras políticas que se baseiam em notícias falsas, revisionismos e negacionismos históricos. É numa resposta a isto que parte "Ana. Sem Título".

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Além da citação de Woolf, Stella também divide sobre série de cartas que encontrou, trocadas entre artistas latino-americanas ao longo das décadas de 1970 e 1980, períodos nos quais os países da região passaram por ditaduras. Em diferentes correspondências, há citações somente pelo nome a uma artista brasileira, Ana, o desperta a atenção da atriz.

Ana é alguém sobre quem só se sabe, e nunca muito, a partir de outras pessoas. Apesar de constantemente citada, são poucos os fatos sobre ela revelados nas cartas. Para tentar recompor a desconhecida figura, Stella parte numa busca por vestígios da artista pela América Latina. Com ela, a técnica de som Andressa Clain, o diretor de fotografia Léo Bittencourt e Lúcia Murat. Documentos, fotos e depoimentos de memória vão dando forma e conteúdo à Ana - era negra, bastante combativa, tinha um relacionamento com outra mulher. Além dela, materializa-se, também, um caminho que interliga a brasileira a tantas outras mulheres latino-americanas.

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Cada pedaço de história encontrado pela equipe do filme em um país leva à busca por um novo vestígio em outro país, numa relação cadenciada que, em si, representa as fortes ligações entre diferentes vivências das mulheres que vão sendo, também, reveladas. Entre traços em comum e especificidades, "Ana. Sem Título" aponta uma história geral e irmanada entre elas, marcada por resistência, provocação e esperança.

A partir da busca principal do filme, são desveladas reflexões de raça e gênero, memórias das violências sofridas nas ditaduras e diferentes formas de luta de figuras como a cineasta argentina María Luisa Bemberg, a fotógrafa naturalizada mexicana Kati Horna, a pintora cubana Antonia Eiriz, a artista gráfica chilena Luz Donoso e as Mães da Praça de Maio, associação argentina que reúne mulheres que perderam os filhos por ação do Estado durante a ditadura militar no país.

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Para além do movimento de recuperação histórica, o longa também elabora conexões de todos estes cenários passados com o momento presente, tanto pelo viés da memória quanto pelo das permanências. Falar de Ana acaba sendo falar de tantas. Buscar Ana é, também, buscar a tantas. É revelá-las, celebrá-las, lembrá-las, numa reafirmação histórica importante.

Este texto foi publicado originalmente na ocasião da 44ª Mostra SP

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Manifestações pelo voto auditável reúnem pessoas em várias capitais

Geral
2021-08-01 19:07:29
Autor Agência Brasil
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Milhares de pessoas foram às ruas, neste domingo (1º), em uma manifestação pelo voto impresso auditável nas eleições de 2022. Os atos ocorrem em várias cidades e, principalmente, nas capitais. Pela manhã, ocorreram atos em Brasília, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Goiânia, Salvador, Maceió e São Luís.

Em Belo Horizonte, a manifestação se concentrou na Praça da Liberdade e, em Salvador, no Farol da Barra. Na capital federal, as pessoas ficaram em frente ao Museu da República, na Esplanada dos Ministérios. No Rio de Janeiro, os manifestantes ocuparam parte da Avenida Atlântica, em Copacabana. 

À tarde, milhares de manifestantes começaram a se reunir na Avenida Paulista, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp).

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Manifestações pelo voto auditável reúnem pessoas e várias capitais

Geral
2021-08-01 17:52:28
Autor Agência Brasil
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Tipo Notícia

Milhares de pessoas foram às ruas, neste domingo (1º), em uma manifestação pelo voto impresso auditável, nas eleições de 2022. Os atos ocorrem em várias cidades e, principalmente, nas capitais. Pela manhã, ocorreram atos em Brasília, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Goiânia, Salvador, Maceió e São Luís.

Em Belo Horizonte, a manifestação se concentrou na Praça da Liberdade e, em Salvador, no Farol da Barra. Na capital federal, as pessoas ficaram em frente ao Museu da República, na Esplanada dos Ministérios. No Rio de Janeiro, os manifestantes ocuparam parte da Avenida Atlântica, em Copacabana. 

À tarde, milhares de manifestantes começaram a se reunir na Avenida Paulista, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp).

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