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Polícia do RJ encontra ossada em área onde homem teria deixado corpos de crianças desaparecidas

A Perícia deve realizar exames para identificar se ossos são de Lucas Matheus, Alexandre ou Fernando Henrique, sumidos há sete meses. Um homem acusou o próprio irmão de ocultar corpos em saco plástico e jogar em rio.
14:20 | Jul. 30, 2021
Autor Redação O POVO
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Tipo Notícia

Ossos que se assemelham a costelas humanas foram encontrados pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), no Rio de Janeiro, enquanto equipes faziam buscas em área próxima a uma ponte em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, onde teriam sido deixados sacos com corpos de três meninos desaparecidos há sete meses no município. Segundo o G1, a ossada foi encontrada dentro de um saco e o material foi encaminhado para a Perícia para ser analisado. O prazo para a análise é de sete dias.

Ainda de acordo com o G1, a informação veio de uma denúncia nesta semana. Após sete meses de investigação, um homem se apresentou à polícia fluminense acusando o irmão dele de ter participado da ocultação dos corpos.

Um saco com corpos teria sido jogado de uma ponte, que fica acima de um rio que corta o município. A ação é feita com a ajuda de bombeiros do quartel de Belford Roxo e Grupamento de Buscas e Salvamento da corporação. E até às 11h25, nenhum corpo havia sido encontrado na região.

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Lucas Matheus, 9, Alexandre Silva, 11, e Fernando Henrique, 12, desapareceram no dia 27 de dezembro depois que saíram para brincar. Nas investigações, os policiais civis já trabalharam com várias linhas de investigação, entre elas, a de que as crianças tenham sido vítimas de traficantes da região. Outra linha de investigação levantada é a de que os meninos tenham sido mortos após um deles ter roubado uma gaiola de passarinho de um parente de um dos traficantes do Complexo Castelar, também em Belford Roxo, onde as crianças moram.

Operações e buscas já foram realizadas várias vezes em lugares onde surgiram notícias de que eles foram vistos. No entanto, nada resultou no paradeiro dos meninos. Informações falsas e trotes que chegam pelo Disque Denúncia também atrapalham o trabalho dos investigadores. (Com informações do G1)

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