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Fiocruz dá início a produção em larga escala da vacina de Oxford, afirma colunista

Anúncio deve ser realizado hoje, 8. Nesta segunda-feira também o ministro da saúde, Eduardo Pazuello e os governadores devem visitar o laboratório

12:41 | 08/03/2021
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ (Foto: Erasmo Salomão/MS)
Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ (Foto: Erasmo Salomão/MS)

A vacina da Universidade de Oxford, a AstraZeneca, passou nos testes de fábrica de estabilidade e consistência. A Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz deve anunciar nesta segunda-feira, 8, o início da produção em larga escala da vacina. As informações são da colunista da Folha de S. Paulo, Mônica Bergamo.

De acordo com o novo calendário, a estimativa é que se entregue 3,8 milhões de doses do imunizante ao Ministério da Saúde até o fim do mês de março. Outros 30 milhões de doses seriam disponibilizadas até abril e 100 milhões de doses até o meio do ano. As doses serão usadas no Programa Nacional de Imunização - PNI, coordenado pelo Governo Federal. 

O governador do Piauí, Wellington Dias, presidente do consórcio de governos do Nordeste, e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, devem visitar nesta segunda-feira, 8, o laboratório de BioManguinhos, o lugar onde as vacinas estão sendo produzidas.

 

Problemas no processo

 

Um problema foi detectado na máquina que lacra os frascos de vacina na Fiocruz. Ele foi responsável pelo atraso de toda a produção. O equipamento já foi consertado e está com os testes de estabilidade do produto aprovados, autorizando a iniciação da fabricação em larga escala das vacinas.

"Os gargalos estão sendo superados. E poderemos começar a entregar vacinas em um fluxo contínuo a partir do fim do mês", diz Marco Krieger, vice-presidente de produção e inovação em saúde da Fiocruz.

*As informações são da colunista da Folha de S. Paulo, Mônica Bergamo.