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Brasil
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Primeira missa à Santa Dulce dos Pobres é celebrada nesta quinta-feira, 13

Cerimônia foi presidida por Dom Sergio, arcebispo de Salvador, no Santuário Santa Dulce dos Pobres

15:27 | 13/08/2020
O Cardeal Dom Sergio da Rocha presidiu a 1ª Missa Solene em honra à Santa Dulce dos Pobres no primeiro Santuário do mundo dedicado à ela (Foto: Ascom Obras Sociais Irmã Dulce/Divulgação)
O Cardeal Dom Sergio da Rocha presidiu a 1ª Missa Solene em honra à Santa Dulce dos Pobres no primeiro Santuário do mundo dedicado à ela (Foto: Ascom Obras Sociais Irmã Dulce/Divulgação)

A primeira missa solene no dia dedicado à Santa Dulce dos Pobres aconteceu na manhã desta quinta-feira, 13. A celebração foi realizada no Santuário da Santa Dulce dos Pobres, em Salvador e, por conta da pandemia de Covid-19, contou com poucos fiéis no local e transmissão on-line. As informações são do portal de notícias G1.

A celebração eucarística é a primeira a ser realizada no santuário dedicado à santa brasileira, que foi canonizada em outubro de 2019, e faz parte da festa dedicada ao “Anjo bom da Bahia”. A missa foi presidida pelo arcebispo Dom Sergio da Rocha, paulista que ocupa o cargo há 2 meses. Ele, inclusive, já foi bispo na cidade de Fortaleza. Em entrevista cedida ao G1, ele falou sobre admiração e relação com a santa.

"Ao chegar em Salvador fui logo visitar o Santuário Santa Dulce dos Pobres para rezar, pedindo a sua intercessão para o meu ministério de Arcebispo, para Salvador e para toda a Bahia. A minha primeira visita foi à ela", comenta.

Dom Sergio da Rocha é o 28º arcebispo de Salvador. Antes dele, ocupava o cargo o cardeal Murilo Krieger, que participou da canonização de Irmã Dulce e celebrou a primeira missa dedicada à santa após a canonização, ainda em Roma. Krieger também participou da primeira missa para Santa Dulce dos Pobres no Brasil.

O novo arcebispo de Salvador conta ainda que o distanciamento social não o tem impedido de experimentar o carinho e a fé dos baianos. Ele disse que sente em não poder abraçar e ser abraçado como de costume, mas ainda assim ele consegue sentir o carinho e a alegria do povo.

"Sempre gostei demais do Nordeste, onde tive a graça de ser bispo em Fortaleza e em Teresina. E agora, sinto-me feliz por estar em Salvador. Não estou podendo conhecer o rosto, mas já conheço bastante o coração baiano, acolhedor, animado e cheio de fé. Sinto-me em casa, pelo modo como tenho sido acolhido pelo clero e o povo", revela.

Segundo o religioso, o testemunho de Santa Dulce dos Pobres continua a trazer força para o povo brasileiro e esperança, principalmente neste momento de pandemia do novo coronavírus.

"É tempo de amar mais os doentes e os pobres, de sermos mais solidários. Por isso, a celebração de Santa Dulce dos Pobres tem uma importância ainda maior neste ano de pandemia, necessitado de exemplos de amor e dedicação no cuidado pela saúde e à vida, especialmente onde se encontra mais fragilizada", destaca.