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MINAS GERAIS

Chega a 34 o número de mortes confirmadas em Brumadinho

Até agora, há registro de 296 desaparecidos

17:07 | 26/01/2019
Segundo declarou ao El País Guilherme Meneghin, promotor do caso de Mariana, os dados mostram o desconhecimento do risco no estado. "Cidades inteiras podem desaparecer de uma hora para outra". (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Segundo declarou ao El País Guilherme Meneghin, promotor do caso de Mariana, os dados mostram o desconhecimento do risco no estado. "Cidades inteiras podem desaparecer de uma hora para outra". (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

Chega a 34 o número de mortes confirmadas pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais após o rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Vale em Brumadinho. De acordo com a corporação, um ônibus com funcionários da empresa já foi localizado e nenhum dos ocupantes sobreviveu.

“Como é um local de difícil acesso e precisamos de um maquinário especial para acessar a estrutura e retirar essas vítimas, ainda não fechamos o número de óbitos. Mas esse número de óbitos vai aumentar”, informou o Corpo de Bombeiros.

Desaparecidos

Conforme os dados, 166 funcionários da Vale e 130 terceirizados estão desaparecidos.

Das 176 pessoas encontradas com vida, 23 estão hospitalizadas.

Desastre

O rompimento da barragem B1 ocorreu no início da tarde de sábado, 26, na Mina Córrego do Feijão. A quantidade de rejeito acumulado na estrutura fez com que uma outra barragem transbordasse. A lama atingiu uma área administrativa da companhia e parte da comunidade de Vila Ferteco. A barragem estava há mais de três anos inativa, sem receber resíduos. A última auditoria, datada de 10 de janeiro, não apontou nenhuma irregularidade, segundo a mineradora. A Vale ainda não sabe o que motivou o rompimento.

 

 

Redação O POVO Online

Com informações das agências