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Justiça quebra sigilo telefônico de vereadores do RJ para investigação do assassinato de Marielle

Divisão de Homicídios da Polícia Civil identificou o número de celular do motorista do veículo usado no crime

11:46 | 06/04/2018
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A Justiça do Rio de Janeiro quebrou o sigilo de várias linhas telefônicas para a investigação do assassinato de Marielle Franco. De acordo com o portal The Intercept Brasil, a decisão inclui aparelhos celulares de vereadores do Rio. Isso porque a Divisão de Homicídios da Polícia Civil identificou o número de celular do motorista do veículo usado no crime. A Polícia quer decobrir se houve contato nas horas próximas à execução.
[FOTO1]
A Divisão de Homicídios investiga ligações e mensagens trocadas por alguns vereadores do Rio no dia da morte de Marielle e do motorista Anderson Gomes. Ainda conforme o Intercept Brasil, a Polícia ouviu oito vereadores como testemunhas do crime.

O vereador e policial militar Jair Barbosa Tavares, conhecido como Zico Bacana (PHS), prestou depoimento nessa quinta-feira, 5. Ele deveria explicar por que recebeu a visita, três horas antes do crime, de três homens. Desses, um deles é um ex-policial militar indiciado na CPI das Milícias na qual Marielle trabalhou. A visita ocorreu no gabinete do vereador.

Para a imprensa, Zico disse que "muita gente está sendo acusada" e que, assim como outros cidadãos que estiveram no local no dia do crime, todos os vereadores deveriam ser investigados.

A Polícia também estaria investigando a visita de grupos paramilitares a alguns gabinetes nas vésperas do crime. O ex-vereador Cristiano Girão, que foi condenado por chefiar uma milícia na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, visitou o local na semana anterior ao assassinato de Marielle.

Contatada pelo O POVO Online, a Polícia Civil do estado não confirmou a informação, sustentando que a investigação corre em sigilo. O Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro também foi contatado, mas não houve resposta até a publicação desta matéria.
 
Redação O POVO Online
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Justiça quebra sigilo telefônico de vereadores do RJ para investigação do assassinato de Marielle

Divisão de Homicídios da Polícia Civil identificou o número de celular do motorista do veículo usado no crime

11:46 | 06/04/2018
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A Justiça do Rio de Janeiro quebrou o sigilo de várias linhas telefônicas para a investigação do assassinato de Marielle Franco. De acordo com o portal The Intercept Brasil, a decisão inclui aparelhos celulares de vereadores do Rio. Isso porque a Divisão de Homicídios da Polícia Civil identificou o número de celular do motorista do veículo usado no crime. A Polícia quer decobrir se houve contato nas horas próximas à execução.
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A Divisão de Homicídios investiga ligações e mensagens trocadas por alguns vereadores do Rio no dia da morte de Marielle e do motorista Anderson Gomes. Ainda conforme o Intercept Brasil, a Polícia ouviu oito vereadores como testemunhas do crime.

O vereador e policial militar Jair Barbosa Tavares, conhecido como Zico Bacana (PHS), prestou depoimento nessa quinta-feira, 5. Ele deveria explicar por que recebeu a visita, três horas antes do crime, de três homens. Desses, um deles é um ex-policial militar indiciado na CPI das Milícias na qual Marielle trabalhou. A visita ocorreu no gabinete do vereador.

Para a imprensa, Zico disse que "muita gente está sendo acusada" e que, assim como outros cidadãos que estiveram no local no dia do crime, todos os vereadores deveriam ser investigados.

A Polícia também estaria investigando a visita de grupos paramilitares a alguns gabinetes nas vésperas do crime. O ex-vereador Cristiano Girão, que foi condenado por chefiar uma milícia na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, visitou o local na semana anterior ao assassinato de Marielle.

Contatada pelo O POVO Online, a Polícia Civil do estado não confirmou a informação, sustentando que a investigação corre em sigilo. O Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro também foi contatado, mas não houve resposta até a publicação desta matéria.
 
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