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Munição usada no assassinato de Marielle é do mesmo lote de balas de chacina em SP em 2015

Lote de balas liga caso Marielle à 17 mortes em Osasco e Barueri

22:53 | 16/03/2018
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[FOTO1] A munição usada no assassinato da vereadora Marielle é de lotes vendidos à Polícia Federal (PF), em 2006, apontou a investigação. Agora, o lote usado pelos assassinos também é ligado à maior chacina da história do estado de São Paulo, ocorrido em agosto de 2015.

Segundo informações da Folha, as capsulas de bala encontradas no local do crime pertencia ao lote UZZ-18, comprado pela PF de uma empresa privada. Neste caso de São Paulo, foram condenados pelo crime três policiais e um guarda civil. A chacina que vitimou 17 pessoas ocorreu nas cidades de Osaco e Barueri.

[SAIBAMAIS]Policiais envolvidos na investigação do caso Marielle avaliam ser mais um elemento, dentre outros em apuração, para reforçar a suspeita de agentes de segurança no crime, já que a munição é de origem oficial e havia sido ligada em assassinatos cometidos por agentes públicos.

Marielle Franco (Psol) era ativista de direitos humanos e crítica da violência policial. A vereadora foi morta enquanto voltava para sua casa após participar de um encontro com mulheres negras. No ataque, o motorista de Marielle, Anderson Pedro Gomes, também foi baleado e morto.

A investigação concluiu que Marielle e Anderson foram alvejados com tiros de pistola calibre 9 mm, mesmo modelo usado por agentes de segurança. Conforme a perícia, o lote de munição é original.
 
Redação O POVO Online 
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