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Brasil é suspenso de consórcio internacional de astronomia

18:26 | 12/03/2018
Brasil foi aceito como o primeiro integrante não-europeu (Foto: ESO/ Divulgação)

Após sete anos sem pagar para fazer parte do maior consórcio de pesquisa astronômica mundial - o Observatório Europeu do Sul (ESO, em inglês European Southern Observatory)-, o Brasil teve o contrato rescindido. Comunicado foi divulgado no site da organização. Entrada ocorreu em 2010, ainda na gestão do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende.
 
À época, o País foi aceito como o primeiro integrante não-europeu do Grupo. Acordo visava o acesso da comunidade científica brasileira aos maiores telescópios do mundo. “Com o apoio unânime de todos os seus Estados membros, a ESO permanecerá aberta para receber o Brasil a qualquer momento. Enquanto isso, os acordos provisórios serão suspensos a partir de 1 de abril de 2018”, informou por meio de nota. 
 
O comunicado esclarece ainda que “o Acordo de Adesão foi aprovado pelo Congresso Nacional do Brasil em 14 de maio de 2015, no entanto, a conclusão do processo de adesão ainda está pendente. Observando que a conclusão do Acordo de Adesão provavelmente não acontecerá no futuro próximo, o Conselho da ESO decidiu suspender o processo até que o Brasil esteja em condições de concluir a execução do Contrato de Adesão, possivelmente através de uma nova negociação. Com o apoio unânime de todos os seus Estados membros, a ESO permanecerá aberta para receber o Brasil a qualquer momento”. 
 
Redação O POVO Online