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Garota com leucemia faz pedido e 1,6 mil pessoas formam fila para cadastrar medula; entenda

Adriana criou uma página no Facebook e gravou a filha convocando possíveis doadores para o dia 28. Foram tantos interessados que 400 pessoas tiveram que ser dispensadas

15:55 | 30/10/2017
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O Centro Médico de Especialidades Médicas (Cemem) no último sábado, 28, na cidade de Tatuí, interior de São Paulo, teve seus corredores tomados por pessoas sensíveis à causa de Julia Abrame de Oliveira, de 6 anos. Médico e enfermeiros se desdobraram para tentar atender as mais de 1.600 pessoas que queriam se cadastrar como doadores de medula óssea para a garota. A informação é do Uol.

A mãe da criança, Adriana Delalori Abrame de Oliveia, disse que as pessoas acordaram cedo para ajudar a pequena. Ela teve o auxílio de uma amiga enfermeira. Ela fez uma campanha na internet pedindo ajuda à menina. Julia não encontra doador compatível na família e não responde às sessões de quimioterapia.

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Adriana criou uma página no Facebook e gravou a filha convocando possíveis doadores para o dia 28. Foram tantos interessados que 400 pessoas tiveram que ser dispensadas porque faltaram kits suficientes para realizar a coleta do sangue.

No Facebook, a mãe da criança comemorou. Segundo ela, era pra começar às 9h, mas com tanta gente que estava esperando, as coletas começaram às 8h da manhã. Ela escreveu que os organizadores até trouxeram tubinhos a mais, "mas graças a Deus e ao amor de vocês, não foi suficiente. Muito agradecida a todos, todos, todos!".

Julia foi diagnosticada aos 2 anos, quando passou a fazer quimioterapia e radioterapia. A medula da garota, com o passar dos anos, não respondia mais às sessões. Foi apontada, então, a necessidade de um transplante para o prosseguimento do tratamento.

Além da criança, Erica, do Cemem, diz que a quantidade de sangue coletado dá possibilidade para outras pessoas serem ajudadas.

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Redação O POVO Online

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