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Doria faz coletiva pra anunciar doação de seu salário como prefeito

A Prefeitura de São Paulo anunciou que 48 entidades deverão ser beneficiadas ao longo dos quatro anos de gestão do mandato de João Doria, sendo a Associação de Assistência à Criança com Deficiência a primeira

14:30 | 07/02/2017

O prefeito de São Paulo, João Doria, reuniu jornalistas em uma entrevista nesta segunda-feira, 6, para realizar a doação do seu primeiro salário no cargo. O cheque no valor líquido de R$ 17.948 foi entregue ao presidente do conselho administrativo da Associação de Assistência à Criança com Deficiência (AACD).

 

Antes de ser eleito em primeiro turno, Doria já havia afirmado que não precisaria do salário. "Tenho dinheiro suficiente para viver o resto da minha vida sem trabalhar (…) Quero seguir o exemplo de Michael Bloomberg, ex-prefeito de Nova York", justificou. 

 

No ano passado, o então candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter um patrimônio de R$ 179,7 milhões. Na lista de bens do empresário, com 58 anos, estão cinco casas, nove empresas, dois Porsches, duas Pajeros, além de obras de arte e investimentos no Brasil e nos Estados Unidos.

 

A assessoria do governo afirmou que 48 entidades deverão ser beneficiadas ao longo dos 4 anos de gestão do mandato de Doria, sendo a AACD a primeira.
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Durante a coletiva, o prefeito disse que considera o ato uma "política pública" do seu governo. Dois secretários municipais acompanharam o ato, Cid Torquato, da Secretaria da Pessoa com Deficiência, e Patrícia Bezerra, secretária de Direitos Humanos.

"Acho que é um gesto positivo, conforme lembrou a Regina. Um gesto motivador para que outras pessoas possam fazer o mesmo”, afirmou Doria.

Além do prefeito, um dos secretários também realizou doação a instituição. O chefe de gabinete, Wilson Pedroso, repassou um cheque no valor de R$ 200 à AACD, referente a multa por ter ultrapassado os 15 minutos de tolerância de atraso em uma das reuniões com os secretários do governo.

Pedroso é o primeiro a ser punido com a Lei Soninha imposta pela atual gestão que prevê multa aos funcionários de gabinete que se atrasarem para as reuniões.

 

Modinha

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também prometeu abrir mão dos US$ 400 mil (cerca de R$ 1,368 milhão) por ano ou US$ 33,3 mil por mês (R$ 114 mil mensais) do seu vencimento como presidente.

 


 

Redação O POVO Online

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