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Para proteger animais, Santos proíbe fogos de artifício

Bombas, morteiros e buscapés estão proibidos pela nova legislação, sancionada nesta manhã. Associação Brasileira de Pirotecnia entrou com recurso contra a medida

17:10 | 17/01/2017
O prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), sancionou, na manhã desta terça-feira, 17, Projeto de Lei Complementar que proíbe o uso de fogos de artifício no município do Litoral Paulista. Na justificativa, o autor do Projeto de Lei Complementar nº130/2015, Benedito Furtado (PSB), afirmava que a prática era "extremamente cruel" para com animais domésticos,  "em razão da anatomia de seu aparelho auditivo, extremamente sensível". 

A Câmara Municipal de Santos já havia aprovado a matéria, em dezembro último, por unanimidade. Santos já proibia a queima em uma distância de 500 metros de hospitais, templos religiosos, escolas e repartições públicas. A partir de agora, só podem ser soltos fogos de vista, que não façam barulho, apenas efeitos visuais. Bombas, morteiros e buscapés também estão proibidos.

A Associação Brasileira de Pirotecnia (Assobrapi) considera a medida inconstitucional e entrou, semana passada, com recurso na Câmara dos Vereadores. 

Redação O POVO Online
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