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Após massacres em presídios, Estados pressionam Temer por ajuda

A reivindicação principal é pela liberação da Força Nacional para atuação dentro das prisões, e não apenas no lado de fora. Segurança pública será tema de reunião nesta terça-feira, 17, no Palácio do Planalto

10:33 | 17/01/2017

Os três estados que registraram massacres em seus presídios neste ano pressionam o governo federal por ações amplas para controlar a situação. As disputas entres facções criminosas já deixou pelo menos 134 detentos mortos no Amazonas, Roraima e no Rio Grande do Norte.

A reivindicação principal é pela liberação da Força Nacional para atuação dentro as prisões, e não apenas no lado de fora. A alegação é de que o trabalho das tropas no lado externo é insuficiente.

O Ministério da Justiça informou que as solicitações dos Estado estão sendo analisadas, mas anteriormente a atuação de agentes da Força Nacional dentro dos presídios já havia sido recusada,

Reunião
O assunto segurança pública é tema de reunião convocada pelo presidente Michel Temer, nesta terça-feira, 17, no Palácio do Planalto. Representantes da Polícia Federal, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), do Gabinete de Segurança Institucional e das Forças Armadas participam de encontro. A ideia é integrar esforços no combate ao crime organizado.

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, discute o assunto também em reunião hoje com secretários de Segurança de todo o país. Vai ouvir o relato de cada um sobre a situação carcerária.

Amanhã, será a vez de os governadores se reunirem com o presidente Michel Temer. Vão assinar acordo se comprometendo a cumprir o Plano Nacional de Segurança Pública. Lançado há pouco mais de dez dias, o plano prevê a construção de, pelo menos, cinco presídios federais, a instalação de bloqueadores de celulares e scaners nas penitenciárias e um mutirão para rever penas e as condições em que se encontram os presos.

 

Redação O POVO Online com informações da Agência Brasil

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