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Da Internet à política: conheça quatro famosos que lutam pelo reconhecimento e direitos LGBTT

Nesta terça-feira, 28, é celebrado o Dia do Orgulho LGBTT que relembra o manifesto de pessoas contra a opressão policial aos frequentadores de um bar gay em Nova York

16:46 | 28/06/2016
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No dia 28 de junho em 1969, aconteceu em Nova York um manifesto de gays, lésbicas e trans contra a opressão de policiais por frequentarem um bar gay na cidade. O episódio tornou essa data como um marco para a luta do grupo social em prol da garantia pelos seus direitos e reconhecimento na sociedade. Por esse motivo, nesta terça-feira é considerado o Dia do Orgulho LGBTT.


Mesmo com inúmeras conquistas durante esses 47 anos, o grupo LGBTT ainda sofre com o preconceito e com a intolerância na sociedade. Neste mês de junho, 49 pessoas morreram e outras 53 ficaram feridas em um atentado em uma boate gay nos Estados Unidos. Além disso, uma pesquisa feita pela Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersex (ILGA- sigla em inglês) mostrou que no mundo há 73 países que condenam a relação entre pessoas do mesmo sexo.


Diante desses casos, pessoas públicas se tornaram ativistas para garantir o respeito e os direitos do grupo LGBTT. Como uma forma de celebrar o Dia do Orgulho LGBTT, O POVO Online selecionou quatro pessoas que lutam em prol da diversidade sexual em seus diversos contextos, como político, artístico e midiático. Confira:


Daniela Mercury
A cantora Daniela Mercury tornou público o seu relacionamento com outra mulher em abril de 2013. A artista publicou uma foto com a jornalista Malu Veçosa na sua conta do instagram acompanhada com a legenda “Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração para cantar”. Desde então, a baiana vem defendendo publicamente o público LGBTT junto com a sua esposa.


Em novembro de 2015, as duas foram convidadas para um evento na sede das Nações Unidas, em Nova York, e foram eleitas pela Organização das Nações Unidas ‘Campeãs da Igualdade’. O evento discutiu sobre a proteção dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e intersex (LGBTI) na América Latina. A cantora também declarou sua insatisfação sobre o atentando de Orlando, caracterizando como um massacre absurdo e inaceitável.

 

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Jean Wyllys
O deputado federal do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL-RJ) é um representante que trabalha para garantir os direitos LGBTT no Brasil. O político já discutiu com outros deputados conservadores contrários a inclusão de minorias. No dia 17 de maio, considerado o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia, Wyllys declarou que o País pouco avançou no reconhecimento da luta de lésbicas, gays e transexuais nos governos dos últimos três presidentes do Brasil.

 

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Outra atuação do deputado que repercutiu nos últimos meses foi o cuspe contra o deputado Jair Bolsonaro durante a votação ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, em abril. Segundo Wyllys, Jair havia insultado, chamando-o de “veado”, “queima-rosca”, “boiola” entre outras ofensas. Além disso, se manteve contrário ao projeto que defende como o conceito de família ser composta pela união entre homem e mulher.


Frederico Devito
No mundo da internet, o youtuber e ex-colírio da revista Capricho Federico Devito tem exercido um papel importante na luta em prol aos direitos e reconhecimento do público LGBTT. Em 2014, tornou público sua orientação sexual por meio de um vídeo intitulado “Gay sim, e daí?”, tendo grande repercussão pelo público jovem. Atualmente, em seu canal no YouTube, o modelo tem colocado em pautas assuntos do meio como uma forma de quebrar estigmas acerca do tema e reprovar preconceitos contra a diversidade sexual.  

 

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Lucas Feuerschütte
Também no mesmo contexto de Federico Devito, o youtuber Lucas Feuerschütte, conhecido por Luba, informou a sua sexualidade aos fãs em 2014. No vídeo “Algumas verdades”, Luba mostrou insatisfeito pela curiosidade dos internautas para saber da sua orientação sexual. Diante desses comentários, o rapaz decidiu expor e criticou determinados comentários: “Você é gay, vou me desinscrever do seu canal” e “Para de viver uma mentira e se assume logo”.


Conteúdos sobre a temática sempre são abordados em seu canal. Em fevereiro deste ano, o youtuber comentou sobre o caso de um garoto que foi repreendido por usar batom vermelho em colégio privado em Fortaleza. O caso foi noticiado pelo portal O POVO Online e repercutiu nas mídias sociais. Luba teve conhecimento sobre o caso por meio de um comentário de uma internauta em sua página.

 

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