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Simone bate panela, faz show a R$ 1 e diz: "mulher tem que se masturbar mesmo"

Patrocinada desde 2009, a cantora não comenta as críticas à Lei Rouanet. "Não tenho capacidade para debater esse assunto a fundo"

14:44 | 11/03/2016
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A cantora Simone se apresenta, em sua turnê "É melhor ser", com ingresso a R$ 1. Em entrevista ao jornal O Globo, ela diz que defende o ingresso barato há pelo menos 20 anos. "Tem gente que pode pagar, mas muito mais gente não pode", aponta.

Simone defende que a temporada do show chegou em boa hora, já que o País atravessa uma crise política. "Eu acho uma sacanagem, uma escrotidão, uma filha da putice o que estão fazendo com o país e com o povo", afirmou. "Nós temos uma parcela de culpa nas pequenas corrupções do dia a dia. Já pedi que amigos comprassem ingressos para não ter que entrar na fila", exemplificou.
 
A cantora disse ainda, na matéria publicada nesta sexta-feira,11, que "os dirigentes do país são os verdadeiros culpados" da crise e que irá as ruas no próximo domingo, 13, para protestar. "Minha panela tem sido batida na janela. Mas meus tempos são outros. Só quero cantar e, de vez em quando, ver House of Cards". Mesmo assim, ela acredita que artistas não devem se posicionar politicamente. "Os tempos estão muito quentes".
 
Ainda em entrevista ao O Globo, Simone lembra que completa 67 anos no próximo dia 25 de março e diz ficar "revoltada" com a maneira que são tratadas as pessoas com mais de 65. 

Na melhor idade, ela afima ser "ativíssima" sexualmente. "Acho que mulher tem que se masturbar mesmo. Não pode ficar parada. Para mim, quando o olhar bate, não importa se é homem ou mulher", continua. "Não levanto bandeira, mas nunca escondi nada. Acho que uma relação trata de amor, desejo, cumplicidade. Isso é o que importa". 
 
Então é Natal
 
Quando perguntada pelo O Globo sobre o contato com as redes sociais, a cantora lembra do "bullying" com a canção Então é Natal, lançada em 1995 e repetida exaustivamente no período natalino. "Fizeram campanha na Internet. Queriam proibir de tocar, uma coisa horrível e ditatorial. Com uma música que as pessoas adoram e que vendeu 1 milhão de cópias", lembra.
 
"Não matei, não roubei, vou ter vergonha de uma música que fez sucesso na minha voz? Nasci no dia 25 de dezembro. E minha relação sempre foi de ódio e amor com o Natal. É difícil ter Jesus Cristo como concorrente".
 
Redação O POVO Online
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