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Em preparação para o Carnaval, Bahia intensifica combate ao Zika

A fim de barrar a doença, autoridades estão pulverizando a capital baiana, lugar que festeja um dos principais Carnavais de rua do País

17:57 | 29/01/2016
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Em meio a uma epidemia de Zika no continente americano, autoridades sanitárias da Bahia, estado que festeja um dos principais Carnavais de rua do País, intensificam o combate ao Aedes aegypti, transmissor da doença.

Além do Zika vírus - uma das causas prováveis da microcefalia, uma malformação do cérebro dos bebês durante a gestação -, o mosquito transmite outras doenças como dengue e febre chikungunya.

A fim de barrar as doenças em Salvador, por onde devem passar cerca de um milhão de turistas de 5 a dez de fevereiro, as autoridades estão pulverizando a Capital baiana.
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"Dengue, Zika, Chikungunya. O mosquito é três em um. Então eu acho perfeito e eles deveriam fazer isso mais vezes", elogia a turista em Salvador, Dayse Martins, 49 anos.
 
Embora importante, a medida chegou tarde para Gilvando Barros, morador da Capital, que já contraiu o Zika vírus duas vezes.

"É uma situação crítica por ser mundial. Antes era só no Brasil, agora é mundial. Eu já tive Zika, duas vezes. E é perigoso. Eu fiquei ruim doente. Passei 15 dias horríveis", relata.

De acordo com a Secretaria de Saúde, a Bahia registrou 533 casos desde outubro do ano passado, a maioria deles na Capital.

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Redação O POVO Online
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