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Sininho e outros dois ativistas têm habeas corpus negado

Os três haviam conseguido liberdade provisória com a condição de não voltarem a frequentar protestos. Mas, no dia 15 de outubro, eles foram flagrados participando de uma manifestação no Rio

15:25 | 17/12/2014
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O Tribunal de Justiça do Rio negou habeas corpus a Elisa Quadros, a Sininho na última terça-feira, 16. Além dela, outros dois, Karlayane, a Moa e Igor Mendes, que foram presos na véspera da final da Copa do Mundo, suspeitos de praticar atos violentos, também tiveram habeas corpus negados.

Os três haviam conseguido liberdade provisória com a condição de não voltarem a frequentar protestos. Mas, no dia 15 de outubro, de acordo com as investigações da Polícia Civil, eles foram flagrados em uma manifestação na Cinelândia, no Rio de Janeiro. As duas estão foragidas, mas Igor continua preso no Complexo penitênciário de Gericinó.

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A decisão que negou o habeas corpus aos três aconteceu juntamente com outros 23 ativistas, também acusados de envolvimentos em protestos violentos.

Ao chegarem a tribunal, os que ainda estão presos, Caio Silva, Fábio Raposo e Igor Mendes mostraram as algemas e gritaram "não passarão", sendo saudados pelos demais réus com as mesmas palavras.

O juiz Flávio Itabaiana logo interrompeu a gritaria afirmando que ali não era a rua. Além disso, ele deixou claro quem mandava no local. "Aqui não é rua, quem manda sou eu", adivertiu ele.  Segundo o G1, um dos réus fez gestos obcenos para as câmeras.

Caio e Fábio são acusados de matar o cinegrafista Santiago Andrade, que foi atingido por um rojão durante um protesto. De acordo com o G1, Igor já havia sido beneficiado por uma habeas corpus, mas ele violou as medidas cautelares ao participar de um protesto em outubro.

Moa e Sininho, que estão foragidas, não participaram da audiência da última terça-feira.

 

Redação O POVO Online

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