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Greve de motoristas em São Paulo: garagens de 5 empresas de ônibus fechadas

De acordo com a SPTrans, as empresas paralisadas são: Sambaíba, Gato Preto e Santa Brígida, que operam na zona norte; Viasul, que atua na região sudeste; e Vip Garagem M'Boi Mirim, da zona sul

09:00 | 21/05/2014

> Atualização: 21/5 13h8min Adiada reunião sobre fim da greve de motoristas de ônibus em São Paulo

> Atualização: 21/5 (11h23min) Fim da greve de motoristas de ônibus é negociada em São Paulo

> Atualização 21/5 10h40min:  Motoristas de ônibus em greve paralisam 12 garagens em São Paulo
As garagens de cinco empresas de ônibus da capital paulista amanheceram fechadas nesta quarta-feira, 21, informou a São Paulo Transportes (SPTrans). A paralisação em parte do serviço de transporte público ocorre desde a última terça-feira, 20, em razão do protesto de um grupo de motoristas e cobradores que são contrários à proposta de negociação salarial aprovada em assembleia da categoria no dia 19. O terminal de ônibus no bairro Lapa, zona oeste da cidade, continua com a entrada bloqueada por veículos que foram deixados lá pelos trabalhadores.

De acordo com a SPTrans, as empresas paralisadas são: Sambaíba, Gato Preto e Santa Brígida, que operam na zona norte; Viasul, que atua na região sudeste; e Vip Garagem M'Boi Mirim, da zona sul. O órgão não informou quantos passageiros e nem quantas linhas foram afetadas pela greve. O Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese) não foi acionado para essas regiões.

Desde a manhã da última terça-feira (20/5), um grupo de motoristas e cobradores tenta impedir a circulação de coletivos na cidade, estacionando veículos atravessados nas saídas dos terminais e nas ruas. De acordo com o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, em muitos casos, as chaves dos ônibus foram jogadas e os pneus, furados.

Pelo menos 13 terminais de ônibus dos 28 existentes foram bloqueados ontem. Muitos passageiros foram para casa a pé, pois vários ônibus ficaram parados e estacionados, sem motoristas, pelas avenidas da cidade. O protesto provocou o maior congestionamento do ano. Por volta das 19h, o congestionamento alcançou 261 quilômetros (km) em São Paulo, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego. A média para o horário costuma ficar entre 105 km e 139 km.

Agência Brasil

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