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VERSÃO IMPRESSA

Carlos Cardoso volta à poesia com "Na Pureza do Sacrilégio"

01:30 | 02/05/2018

Publicado em dezembro do ano passado pela Ateliê Editorial, Na pureza do sacrilégio representa o retorno de Carlos Cardoso à poesia após 12 anos.

A recente obra que, segundo o autor, representa um claro amadurecimento da sua linguagem poética, apresenta diversos caminhos de reflexão sobre a vida “desnudando o sacrilégio pela pureza”. O caminho por esse universo poético é marcado não só pela palavra, mas também pelas das ilustrações exclusivas de Lena Bergstein. Com críticas elogiosas, a produção também apresenta em formato de audiolivro, percorrendo o entendimento e a imaginação.

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Além do prefácio de Silviano Santiago, o livro tem orelha assinada por Antonio Cicero, ambos críticos literários. A obra de Carlos, poeta que habitualmente não só escreve como ouve a poesia, também assume outra roupagem, o audiolivro - recurso que incorpora ao componente sensorial da poesia um elemento determinante: o som. “Enquanto escrevo sempre busco a sonoridade do poema que se sustenta sozinho no papel. Ouvir nos dá a sensação e a percepção do sentir e do sentido”, explica o escritor. Nesta união sensorial, a parceria com artista visual Lena Bergstein também resulta na criação de uma atmosfera que conduz uma aproximação harmoniosa entre som, palavra e pintura.

O poeta, apontado como destaque entre os escritores da sua geração, estreou na literatura em 2004. Profissional de Engenharia Civil, Carlos considera ser “mais sensível entre os engenheiros e mais pragmático entre os poetas”. Em 2005, publicou Dedos Finos e Mãos Transparentes, ambos pela Editora 7Letras. Ele teve poemas traduzidos e publicados em revistas de países da América Latina e Europa e nos EUA, . No seu mais recente livro, o autor se aproxima de grandes nomes da literatura como Fernando Pessoa, e compõe o surgimento de uma nova paisagem poética no País.

SERVIÇO

Na Pureza do Sacrilégio

De Carlos Cardoso

Ed. Ateliê Editorial

136 pág.

Quanto: R