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Jornal

Bate-pronto com Edson Natele, do Itaú Cultural

18/09/2017 01:30:00
O POVO - Qual o diferencial do Rumos frente aos outros editais?

 

Edson Natale - O programa Rumos Itaú Cultural busca atender ao desejo dos artistas e acompanha o desenvolvimento dos projetos. No lugar de definir parâmetros, o Rumos procura ser flexível para atender as necessidades das classes artísticas. E, com o suporte da equipe do Itaú Cultural, orienta os proponentes. Além disso, é um dos primeiros editais públicos do Brasil para a produção e a difusão de trabalhos de artistas, produtores e pesquisadores brasileiros e, possivelmente, o mais longevo.


OP - Cerca de 30% dos proponentes ao Rumos na última edição são “de primeira viagem” nos editais. Como avaliam a adesão?


Edson - Percebemos na última edição do programa que os iniciantes consideravam a oportunidade também como uma espécie de formação – que o acompanhamento da equipe do instituto orientava procedimentos comuns no mercado que eles ainda não conheciam. Dessa forma é muito satisfatório saber dessa adesão. E garantia de futuro para a produção contemporânea e para o próprio programa. As inscrições são pensadas de forma simples, com o intuito de atingir o próprio artista, para que ele mesmo consiga realizá-la sem precisar de um terceiro.

 

OP - Que tipo de atividade está prevista para a Caminhada?


Edson - Será uma conversa com o público para apresentar o edital e esclarecer dúvidas. Além disso, contaremos com a presença de David Leitão, idealizador do projeto Dos Campos à Concentração, que foi contemplado no último edital. Ele dará um breve relato de como tem sido desenvolver um projeto dentro do Rumos. Todas as Caminhadas, desta vez, contam com intérpretes de Libras, já que o edital é acessível.

Edson Natele, gerente do núcleo de Música do Itaú Cultural e membro da Comissão de Seleção do edital

Adriano Nogueira

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