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Instituições se manifestam sobre onda de ataques

| Tensão | Entidades cearenses ligadas a comércio, indústria, igreja, direito e segurança comentam as ações de enfrentamento do governo às facções criminosas

01:30 | 09/01/2019

"A OAB-CE vem a público manifestar preocupação com a onda de violência que tomou o Estado do Ceará, gerando pânico e intranquilidade na sociedade. A diretoria da entidade está disposta a acompanhar e contribuir para a solução da crise por que passa a segurança pública no Estado"

 

Ordem dos Advogados do Brasil - Secção Ceará

 

"A Defensoria Pública acredita na implementação de uma política de segurança pública cidadã que respeite a vida e a dignidade de todas as pessoas perpassando, necessariamente, pela efetivação dos direitos sociais constitucionais como educação, saúde, moradia e trabalho. O agravamento das tensões pode ampliar a criminalização da pobreza e não contribui para superação das desigualdades sociais no Estado"

 

Defensoria Pública do Ceará

 

"Este é o momento do enfrentamento. Minha percepção é de que o governador está extremamente operante, tomando as providências que tem que tomar, pedindo apoio do governo federal, que foi alcançado. Esperamos que as coisas possam voltar ao normal nos próximos dias"

 

Beto Studart

presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec)

 

A comerciante Regina Souza, que trabalha no bairro Quintino Cunha, opina que o Estado precisa continuar com as ações. "O governo tem que provar que quem manda não são elas (as facções)". O entregador de móveis Carlos Roberto do Nascimento diz que o efetivo de policiais de fora faz diferença, mas teriam de ficar mais tempo do que os 20 dias prometidos. E sugere que o Exército também deveria estar na rua.

 

"Queremos a paz e não a guerra. Essa paz vem por todas as melhorias que se possa dar à comunidade e às famílias. A segurança é uma delas. É importante quando o governo toma essa atitude para garantir a segurança da sociedade. (...) Tendo cuidado com os excessos é preciso que a polícia seja exijente e saiba agir para que não haja mais danos"

 

PADRE FRANCISCO IVAN DE SOUSA

Coordenador de pastorais da Arquidiocese de Fortaleza

 

“Não podíamos ter deixado chegar como chegou, o controle das penitenciárias impactando do lado de fora. Esperamos que o governo não recue e que a população entenda a necessidade desse momento para que a gente possa resolver essa violência pulverizada”

 

REGINAURO SOUSA

Presidente da Associação dos Profissionais da Segurança

 “Confiantes estamos que o Governo Estadual e sua equipe adotem medidas exatas para levar segurança e bem-estar ao cidadão fortalezense e que todos possam voltar a transitar de forma tranquila pelos corredores comerciais da nossa Cidade”

 

ASSIS CAVALCANTE

presidente da CDL de Fortaleza