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Ciro diz que governo recusou acordo com facções

| VIOLÊNCIA NO CEARÁ | Segundo o presidenciável pelo PDT, Ciro Gomes, facções teriam proposto pacto de paz com Governo do Ceará

01:30 | 20/09/2018
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O candidato ao Palácio do Planalto pelo PDT, Ciro Gomes, afirmou que líderes de facções criminosas propuseram um acordo de paz ao Governo do Ceará o que foi negado. A declaração foi feita durante sabatina à Rádio CBN, ontem. Ele voltou a afirmar que o Governo de São Paulo fez acordos com o crime organizado o que estaria por trás do fato de o estado ter a menor taxa de homicídios do País, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

[SAIBAMAIS] 

"Por que no Ceará o crime tá explodindo? Porque lá não se faz acordo. Você pensa que já não foi oferecida a possibilidade de fazer acordo?", disse aos jornalistas. Perguntado sobre quem tinha feito as propostas, Ciro Gomes limitou-se a afirmar que foram os "comandantes" das facções, recolhidos nas penitenciárias do Estado.

 

"Fecha os olhos para passagem da droga, que a gente dá um jeito de dar uma paz", disse, quando perguntado da dinâmica do pacto. Ciro não informou quando as facções teriam tentado a negociação. O POVO pediu mais detalhes sobre a proposta à assessoria de comunicação de Ciro, mas foi informado de que, viajando em agenda de campanha, não teria como fornecer mais informações. "O que ele tinha para dizer foi dito".

 

Fontes ligadas aos sistema penitenciário do Estado afirmaram desconhecer a proposta. O POVO buscou a secretária da Justiça do Estado, Socorro França; o diretor do Sindicato dos Agentes e Servidores Públicos do Sistema Penitenciário do Estado do Ceará (Sindasp/CE), Natanael Andrade, e o presidente do Conselho Penitenciário do Estado (Copen), Cláudio Justa. 

 

Nenhum deles disse ter tomado conhecimento da informação. Titular da Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus) entre 2015 e 2017, Hélio Leitão não quis comentar a fala de Ciro.

 

Coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o promotor Rinaldo Janja também afirmou desconhecer a proposta. Por meio de assessoria de imprensa, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) afirmou não comentar declaração de candidatos.

 

Pacto entre as facções criminosas foi registrado no Ceará em 2015 e 2016,  conforme afirmaram fontes policiais a O POVO em reportagem de 31 de janeiro de 2016, primeiramente. O movimento estaria por trás da redução dos índices de assassinatos naqueles anos.

 

"(No primeiro semestre de 2016) 81% dos bairros mantiveram estabilidade ou reduziram o número absoluto de homicídios na população geral. A redução impressiona, sobretudo, quando observamos que em 40 (60%) dos 66 bairros onde houve diminuição, esta foi maior ou igual a 50%", consta no relatório final de pesquisa do Comitê Comitê Cearense pela Prevenção de Homicídios na Adolescência.

 

O governador Camilo Santana, à época, negava a existência de acordo de paz, creditando as reduções dos números à ação da SSPDS. Somente após a retomada do crescimento dos números de violência no Ceará, o governador admitiu a ação das facções criminosas no Estado.

 

A operação Echelon, do Ministério Público de São Paulo identificou que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) tinham o desejo de repetir o pacto no Ceará. No entanto, a sugestão foi descartada pela Sintonia Geral da facção, como O POVO mostrou em reportagem de 13 de julho último. A perda de territórios para facção rival necessitaria, ao contrário, intensificação do combate.

 

FACÇÕES

 

De acordo com a Defensoria Pública do Ceará, entre novembro de 2017 e julho de 2018, 131 famílias tiveram que deixar suas casas de forma violenta na Capital. Aproxima-damente 524 pessoas foram impactadas por ameaças de facções

 

 

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