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Hospital teria contrapartida de R$ 96 milhões por ano

01:30 | 02/02/2018


O contrato para construção do Hospital Metropolitano foi assinado pelo Governo do Ceará e a Sociedade de Propósitos Específicos (SPE-Ceará Saúde SA), formada pelas empresas Vivante, Marquise e PB Construções, em 17 de setembro de 2014. Era previsto o prazo de comissionamento e construção do hospital em um período de 30 meses, com inauguração prevista para julho de 2018. O contrato teria duração de 25 anos, sendo 2,5 anos para construção e 22,5 anos de operação e serviços não-assistenciais. O investimento de R$ 260 milhões do setor privado e uma contrapartida de R$ 96 milhões por ano, com um valor total de contrato de R$ 2,46 bilhões. 


As informações são do então diretor de projetos estruturados da Vivante SA, Daniel Figueiredo, hoje diretor executivo da empresa Lunak Consult. “O grande desafio de um típico projeto de PPP (parceria público-privada) de hospital — e, neste hospital não seria diferente — é alcançar a adequada sincronia entre as responsabilidades e direitos do poder concedente e do parceiro privado (a concessionária)”, avalia.
 

Outro desafio, conforme ele é o atendimento dos indicadores de performance (ou de desempenho) por parte da iniciativa privada, que são periodicamente monitorados e medidos pelo poder concedente, cujos resultados alcançados influenciam diretamente na remuneração do privado.

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