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A força do Cariri

Diretor da Base Engenharia, Sérgio Macedo, fala do potencial econômico da região do Cariri e o desafio de investir em construções moderna e de alto padrão

01:30 | 15/12/2018

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A região do Cariri é uma grande aposta para os negócios em diferentes setores, e com o mercado imobiliário não seria diferente. O turismo religioso, chefiado por Juazeiro do Norte com a fé em Padre Cícero, gera a  movimentação de milhões de pessoas em romarias anuais.

 

Esse olhar para o potencial do interior cearense é um dos principais pilares da construtora Base Engenharia. O diretor da empresa, Sérgio Macêdo, enxerga o profissional do mercado imobiliário como um agente de transformação com um objetivo em mente: utilizar o empreendimento para engrandecer a região.

 

Com apenas seis anos de mercado, a Base Engenharia aposta tanto em empreendimentos residenciais como comerciais. A torre dupla de Juazeiro do Norte, obra da Base Engenharia, chega a ser comparada com a grandeza e imponência dos empreendimentos de Dubai.

 

Assim, em entrevista ao programa Mercado Imobiliário da rádio O POVO/CBN, Sérgio revelou como a empresa atua em Juazeiro do Norte e em Fortaleza, além das estratégias para se adequar aos tempos de crise. O diretor também comentou sobre como construções modernas podem se transformar em pontos turísticos, além de acreditar que o investimento em salas comerciais acaba sendo muito mais rentável do que o aluguel de um imóvel residencial.

 

OP - Qual a leitura que você faz do mercado de Juazeiro do Norte? É um mercado superestimado ou é um mercado maduro na proporção que ele merece?

 

Sérgio Macêdo - A região do Cariri tem um tripé. Tem um tripé que chama universidade, as romarias, que é o poder do Padre Cícero, turismo religioso, e os empresários que são da própria região. Todos os industriais residem em Juazeiro e adjacências. Então, quando você estuda Juazeiro do Norte, você tem que pensar que Juazeiro é parte do Cariri. Os negócios estão sempre mais voltados para Juazeiro. E, no caso do nosso produto, quando a gente pensou no setor imobiliário para lá, em participar de lá, a gente sabe que tem uma limitação. É uma cidade que têm 250 mil habitantes e a região tem 550 mil. É um povo que tem uma intensidade de fazer negócio muito grande. Eles acreditam muito na região. No nosso caso, quando a gente viu isso aí, a gente lançou esse empreendimento (Unique Condominium). É um empreendimento muito grande. Pessoal diz lá que nós levamos Dubai para Juazeiro. É um momento de loucura que a pessoa tem na vida e também de agradecimento, nós levamos um produto, que é um produto que é um local turístico para Juazeiro. E quando a gente se baseou na região, que a gente fez a análise, foi o seguinte: nosso produto é feito 50% para o povo de Juazeiro e 50% para a região do Cariri. Uma região metropolitana, que não é só Juazeiro, Crato e Barbalha. Nós temos muitas pessoas que vão estudar lá, são pessoas de Pernambuco, Iguatu, do Brejo, da Paraíba? lá é um setor importantíssimo. Então, Juazeiro é o centro das atenções de negócios para a região.

 

OP - E aí eu estou falando de uma classe média que surge por conta de cursos que historicamente tem um perfil mais de classe média, como Medicina, por 

exemplo.

 

Sérgio - Não só isso. Eu acho que o fator preponderante em Juazeiro são as romarias. São duas milhões de pessoas que andam em Juazeiro todo ano. Se deixar em torno de 200 reais para cada pessoa, nós estamos falando em 400 milhões de reais que giram na cidade, e vai abastecer a classe mais baixa. Então, essa questão de criar dinheiro para a classe mais baixa começa a circular e chegar nas pessoas que adquirem nossos imóveis. Circula pela classe baixa e fica na cidade. Por isso Juazeiro é tão forte.

 

OP - Juazeiro é serviço, é um dinheiro que fica lá, é o turismo religioso, todas as classes sociais. Então, é um público flutuante muito grande, fica dinheiro na cidade...

 

Sérgio - Essa é a força do juazeirense. Isso que fez com que a gente fosse trabalhar em Juazeiro. Era a questão de dizer assim, a renda do Juazeiro fica em Juazeiro. A região do Cariri todinha. E as pessoas, é o contrário, o fluxo de dinheiro, ao invés de sair de Juazeiro, vem para dentro de Juazeiro por causa das regiões adjacentes.

 

OP - O que a Base Engenharia tem, digamos, na sua luneta, para 2019?

 

Sérgio - Com relação a 2019, há uma projeção de um lançamento só no final do ano. Nós temos hoje três terrenos com três projetos aprovados. Dois em Fortaleza e um em Juazeiro. Tudo vertical, tudo residencial. Existe um projeto hoje, que até em consequência da crise de oferta, nós estamos pensando em mudar o projeto, por questões da região, para poder montar um produto mais adequado. Então, nós estamos ainda estudando a estratégia. A gente precisa pecar por ser conservador. Nós temos terreno na Aldeota, temos terreno em parceria com a Trato, temos terreno em parceria com a Bichucher no Guararapes e nós temos terreno na Lagoa Seca lá em Juazeiro do Norte. É uma área nobre, todos os nossos produtos são em área nobre. Nosso interesse é sempre trabalhar no alto padrão.

 

OP - Existe uma novidade legal que é a lei do distrato. Qual a sua opinião?

 

Sérgio - Primeiro, eu vou dar aqui uma opinião em relação ao distrato. Eu acho que o grande vilão do nosso setor nesses três anos chama-se distrato. Ele acabou com muita construtora. Tem muita construtora que está sofrendo por questões de distrato. A média de distrato dois, cai um. Então, eu acho que a a lei de distrato veio um pouco tarde. Quando começa a sair da crise é que vem a lei de distrato. Então todos os nossos contratos que nós temos hoje, que penaliza em 15%, 20%, ele é o que está valendo, vai prevalecer. Mais isso veio a nos ajudar muito. Porque agora nós temos uma lei, temos uma garantia, uma segurança, que nós não tínhamos antes. Ficava na mão do Juiz, para poder decidir o que era certo e o que era errado. Eu acho que esse é um dos primeiros pontos que vai fazer o mercado reagir.

 

OP - Se você fosse definir qual a marca da Base Engenharia, como vocês se posicionam?

 

Sérgio - A gente é uma empresa que sempre pensou que nossos produtos tinham que somar à região que nós estamos. Então, se eu faço um produto para Juazeiro do Norte, eu não posso pensar que é um produto para chegar, vender, ganhar dinheiro e ir embora. Não. Eu tenho que colocar uma marca que a pessoa veja que nós que fizemos e que aquilo ali engrandece a cidade. Nós fizemos isso para Juazeiro. Nossos produtos aqui (em Fortaleza) foram residenciais, então nós fizemos a mesma coisa. A gente trabalha com um produto para que ele esteja no bairro e engrandeça o bairro. Então a gente faz com que aquele produto ali só tenha a somar no bairro. Sempre a gente pensou nesse sentido, que a marca da empresa é uma marca que tem que ser para engrandecer a região que você está. Eu acho que quem incorpora, quem está no setor imobiliário, nós somos agentes de transformação. Então nós temos que chegar em certas regiões e fazer com que aquele local pelo qual a gente passou fique um local mais bonito e mais agradável para quem mora.

 

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Distratos

No mercado imobiliário, o distrato corresponde à possibilidade do cliente de devolver um imóvel mesmo após a compra. O Projeto de Lei aprovado pela Câmara dos Deputados prevê que a construtora retenha pelo menos 50% do valor investido pelo comprador em caso de distrato. Atualmente, essa quantia, em média, está abaixo de 20%. A medida aguarda decisão do Presidente

 

Crédito

 

A Base Engenharia trabalho com três bancos: Bradesco, Santander e Safra. "Hoje, a referência é a Caixa, porque o grande mercado, hoje, é o Minha casa, Minha Vida. Mas no setor médio e alto padrão, acho que um dos bancos com mais facilidade que a gente está tendo hoje seria o Bradesco".

 

Dos três empreendimentos da construtora, cada um está com um bancos.

LETÍCIA DO VALE

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