Hélio Góis quer reduzir a 12 número de secretarias
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Hélio Góis quer reduzir a 12 número de secretarias

2018-09-12 01:30:00
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Candidato ao Governo do Ceará pelo PSL, Hélio Góis, criticou ontem a quantidade de secretarias no Governo do Estado. Sob o argumento de que a estrutura do Estado está inchada, com órgãos que se sobrepõem em suas atividades finais, o postulante ao Palácio da Abolição reprovou ainda o número de gestores por pasta.

 

"Eu pretendo, seguindo o modelo judaico-cristão, reduzir (o número de secretarias) para 12. Doze apóstolos fizeram a Igreja Católica. Eu acredito que 12, levando minha mensagem, trabalhando na pasta legal, tá bom", afirmou Hélio Góis.

 

Ao ser questionado sobre quais secretarias, em um eventual Governo, ele extinguiria, Góis afirmou não fazer a mínima ideia. Por outro lado, disse ter áreas prioritárias, caso eleito. Na opinião dele, as atividades realizadas pelas secretarias estaduais do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura são sobreposições de trabalho. Além disso, classificou como "exagero" o número de secretários gerindo as pastas no Ceará.

 

As afirmações foram feitas durante a última sabatina da série de entrevistas com candidatos ao Governo do Estado, realizada pelo Grupo de Comunicação O POVO. O candidato foi sabatinado pelos jornalistas Carlos Mazza, Lucinthya Gomes e Wagner Mendes, com a mediação de Plínio Bortolotti.

 

Do mesmo partido do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, Góis foi questionado sobre os posicionamentos polêmicos do militar. "Eu estou seguindo exatamente as minhas crenças. Eu disse que seguia as linhas gerais de Bolsonaro, não os pormenores", afirmou. O candidato ao Governo do Ceará enfatizou que seu alinhamento político com Bolsonaro está mais relacionado ao ao liberalismo econômico e ao conservadorismo nos costumes.

 

Sobre estratégia para driblar o uso de celular em unidades prisionais, ele propõe construir presídios em áreas do Estado que não têm cobertura de operadoras de telefonia. "Eu tenho viajado pouco, mas eu viajo pelo Ceará. Tem área que o celular não pega. Então por que não instalar presídio lá?", questionou Hélio Góis, que é advogado e professor universitário.

 

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