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Seis secretários de RC devem se candidatar

Os gestores terão de entregar os cargos até abril do próximo ano. Entre os nomes, há apostas do vice-prefeito Moroni Torgan, de Zezinho Albuquerque e até do próprio prefeito
01:30 | Dez. 19, 2017
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A gestão do prefeito Roberto Cláudio (PDT) pode sofrer baixa de pelo menos seis secretários que deverão se candidatar para cargos nos legislativos estadual e federal no próximo ano. Os gestores têm de entregar os cargos até abril de 2018 para participar das eleições.


Entre os nomes confirmados, estão Evaldo Lima (Secultfor), Queiroz Filho (chefe de gabinete) e Mosiah Torgan (Desenvolvimento Econômico). Líder de RC na Câmara dos Vereadores entre 2013 e 2016, Evaldo (PCdoB)deverá disputar vaga na Assembleia Legislativa.


Evaldo está à frente da Secultfor desde o início do ano. “É um nome muito influente, que tem demostrado muita habilidade e capacidade política”, defende Luís Carlos Paes, presidente estadual do PCdoB.

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Ao O POVO, o secretário confirmou a candidatura.


Também deverá disputar vaga de deputado estadual o advogado Queiroz Filho, um dos homens de confiança do prefeito. Ele é chefe de gabinete de Roberto Cláudio desde quando o prefeito assumiu a presidência da Assembleia Legislativa e continuou no cargo desde a primeira gestão de RC.


Queiroz Filho se filiou em outubro ao PDT, sigla que abriga o grupo político de Roberto Cláudio, já com vistas nas eleições do
próximo ano.


Mosiah Torgan (DEM), herdeiro político do pai, o vice-prefeito Moroni Torgan, vai ser candidato a deputado federal. Ainda desconhecido dos eleitores, deve ter a imagem afiançada pelo pai e pelo prefeito para tentar a vaga na Câmara dos Deputados.


O filho do presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque, também pretende disputar as eleições para federal. À frente da Secretaria Regional VI, Antônio José Albuquerque (PP) foi prefeito de Massapê e deve tentar usar o capital político do pai, um dos principais aliados do grupo Ferreira Gomes.


O ex-vereador Antônio Henrique (Regional III - PDT) também deverá entregar o cargo no primeiro semestre do ano em busca de assento na AL. O secretário do Turismo de Fortaleza, Alexandre Pereira (PPS) também avalia possibilidade de candidatura no próximo ano.


Na Prefeitura, ainda evita-se falar oficialmente sobre a possível candidatura dos secretários. De acordo com a assessoria de comunicação, o prefeito tem buscado falar sobre o tema apenas em 2018. Não há previsão se os candidatos deverão sair antes do prazo legal para garantia da candidatura, que é 7 de abril - seis meses antes das eleições. 

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