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Reforma será mais radical, diz presidente

01:30 | 28/12/2017
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O presidente Michel Temer aproveitou ontem mais uma agenda pública para fazer a defesa da necessidade de aprovação da reforma da Previdência pelo Congresso. Segundo o presidente, o governo espera aprovar a reforma em fevereiro de 2018, "se Deus quiser".


Temer insistiu que, se a reforma não for aprovada agora, não haverá um candidato nas próximas eleições que não terá de tocar no assunto. Ele argumentou que a intenção do governo é evitar medidas mais radicais no futuro e que, em tese, ninguém terá prejuízo com as mudanças. " (O novo presidente) terá de fazer uma reforma muito mais radical", sentenciou.


Temer enumerou mais uma vez os feitos de seu mandato, como a reforma do ensino médio e a aprovação do teto dos gastos públicos. Segundo ele, logo depois da Previdência, o governo fará a simplificação tributária no País, fechando o "ciclo reformista". "Se não tivéssemos autoridade, não tínhamos feito o que fizemos em dezoito
meses", disse.


O presidente participou da cerimônia de assinatura do decreto que cria a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Açu, localizada no Distrito Industrial de São João da Barra, litoral norte do Rio de Janeiro. Participaram da comitiva do presidente o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Moreira Franco, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Marcos Pereira, e o governador do Estado do Rio Janeiro, Luiz Fernando Pezão.


Tanto Pezão quanto Moreira Franco defenderam a necessidade de aprovação da da Previdência. Como argumento, apresentaram a necessidade de equilibrar as contas de governos estadual. "É impossível atravessar essa crise sem discutir a reforma. Nenhum candidato vai passar sem discutir esse tema", declarou Pezão.

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