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Blairo era 'líder' de grupo criminoso

01:30 | Ago. 26, 2017
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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, determinou a retirada do sigilo da delação do ex-governador de Mato Grosso Silval Barbosa (PMDB) e autorizou a abertura de inquérito para apurar suposta organização criminosa que teria se instalado no governo do Estado.


Ao pedir a investigação à Corte, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, atribuiu ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi, “a função de liderança na organização criminosa” delatada pelo ex-governador.


“Entre os agentes políticos, destaca-se a figura de Blairo Borges Maggi, o qual exercia incontestavelmente a função de liderança mais proeminente na organização criminosa, embora se possa afirmar que outros personagens tinham também sua parcela de comando no grupo, entre eles o próprio Silval Barbosa e (o ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso) José Geraldo Riva”, afirmou Janot.

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O ministro negou ilícitos. “Jamais utilizei de meios ilícitos na minha vida pública ou nas minhas empresas”, afirmou. O ministro negou ainda ter feito qualquer pagamento. “Silval Barbosa mentiu”, disse.


A decisão de Fux atendeu a pedido da PGR. A solicitação de Janot teve como base a delação de Silval, homologada pelo STF no dia 9 e classificada por Fux como “monstruosa”.

AE

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