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Novos tempos e o convite à responsabilidade
Opinião

Novos tempos e o convite à responsabilidade

Edição Impressa
Tipo Notícia Por
Beto Studart
Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec)
 (Foto: Beto Studart)
Foto: Beto Studart Beto Studart Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec)

As recentes eleições no País com o recado expressado através do voto pelo eleitor, nos legaram a esperança de que o Brasil passe a viver um novo tempo, e com ele, possamos voltar a exercer a missão a nós confiada, que é trabalhar, produzir, gerar riqueza e bem estar à sociedade. Esse momento nos alenta, pois representa um sopro de ar puro em comparação a tempos tão sombrios.

Os reflexos desse quadro já podem ser vistos nos indicadores econômicos e na confiança da sociedade em melhores dias. Entre outras razões, esse cenário de otimismo reflete uma redução das incertezas políticas, além de uma maior expectativa da implementação de reformas estruturais na economia nacional.

Mas as condições dadas só se tornam realidade se de fato soubermos valer esse recado dado nas urnas. Os últimos tempos, se nos levaram ao fundo do poço, desmascararam falsos ídolos e fizeram a sociedade amadurecer. É o momento, porém, de olharmos para frente, idealizarmos projetos, e nos debruçarmos sobre questões que digam respeito ao desenvolvimento.

O Brasil amadureceu e a sociedade entendeu que o papel do Estado jamais poderá se sobrepor à iniciativa individual como princípio de desenvolvimento da economia. Somos nós, como empreendedores, que geramos emprego, riqueza e pagamos impostos, e já passou a época de sermos tratados com o respeito que merecemos.

É nesse sentido que conclamo a todos a nos unirmos em torno de um projeto comum de nação. Temos diante de nós uma grande oportunidade de virar a página da história e entrarmos em um ciclo virtuoso de avanço, ampliando as possibilidades de empreender, descomplicando a tributação, desburocratizando e estimulando a iniciativa privada.

Nos resta entendermos essa mensagem de esperança, que ganha corpo nos mais variados rincões deste País, como um chamado a responsabilidade para que continuemos a pensar no Brasil como um país que tem tudo para se fazer grande, desde que nunca fuja da sua verdadeira vocação, que é construir-se como povo através da sua capacidade natural para o conhecimento e o trabalho. n

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