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AABNB defende o Banco do Nordeste!

José Edson Braga
Presidente da Associação dos Aposentados do BNB (AABNB)
José Edson Braga Presidente da Associação dos Aposentados do BNB (AABNB) (Foto: José Edson Braga)

Criado em 1952, o Banco do Nordeste do Brasil iniciou suas operações em 1954, mantendo um histórico de eficácia em relação ao investimento e ao financiamento das atividades produtivas na região Nordeste do Brasil. Além de atuar no chamado "Polígono das Secas", abrangendo cerca de 2000 municípios nordestinos, o banco também investe no Norte do estado de Minas Gerais e em parte do Espírito Santo. Na condição de gestor do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), desde 1990, o BNB já investiu cerca de R$ 250 bilhões. Maior instituição financeira de desenvolvimento regional da América Latina, o BNB registrou em 2018 um volume 4.979.342 operações de financiamento. O montante financeiro atingiu a marca de R$ 43,58 bilhões emprestados, sendo R$ 32,6 bilhões contratados via FNE, e o restante pelas linhas de microcrédito, como Crediamigo (R$ 8,9 bilhões), Agroamigo (R$ 2,5 bilhões). O valor contratado por pequenas empresas foi de R$ 2,9 bilhões. Nos últimos cinco anos, de 2014 a 2018, o valor total de financiamentos e de investimentos proporcionados pelo Banco somam mais de R$ 141 bilhões. E para o ano em curso (2019), somente com recursos do orçamento do FNE, a previsão de investimentos é de R$ 23,7 bilhões.

Tais números asseguram ao BNB o indiscutível status de grande propulsor da economia regional e de protagonista indispensável à redução das desigualdades que ainda assolam a nossa região. Especialistas alertam que a demora do governo federal para apontar o presidente do BNB pode soar como desconhecimento da máquina pública, haja vista que o cargo é um dos mais importantes do segundo escalão. Diante disso, a diretoria da AABNB junta-se à AFBNB para conclamar a comissão nacional, sindicatos, classes politicas e empresariais de todo o Nordeste a fim de evitar qualquer intenção e/ou ação que vise prejudicar o BNB e, consequentemente, o povo nordestino, com as ideias de fusão ou extinção, que venham reduzir a experiência e o potencial acumulados pelo BNB em seus 65 anos de atividades. n

 

José Edson Braga