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Três são quatro & outras notas

Lucio Brasileiro
Lucio Brasileiro

Quando esta coluna divulgou a relação das Anfitriolas Revelações de 2018, Emília Patrício, Marize Castelo, Mônica Arruda, computador não registrou Andréa Aguiar, que reuniu no décimo do Ancoradouro em torno de Maria de Jesus Furtado Yern, a cearense que, ao lado do marido ibicenco, Johnny Mayans, vem ganhando a guerra gastronômica de Formentera, onde tocam dois restaurantes de proa, e agora planejam hotel, acontece que seu jantar, magnífico e achampanhado, saiu quando a relação já tinha sido divulgada, peço vênia, então, para corrigir e promulgar.

Não posso afirmar que a comida do Varandas seja a melhor do Cumbuco, pois faz tempo quase não frequento as outras casas, o que posso realçar é que dona Zulmira Porto e seu pessoal apresentam o melhor molho picante que possa haver, que é aquele do Rei da Pimenta Nereu Aguiar, que me deu, e meu cólon, barrando, repassei metade.

Em Iguatu, o professor Daniel Araújo, no Instituto Federal, promoveu uma blitz literária, perguntando qual livro você está lendo, e a resposta, via Internet, do Lucas Pedrosa, aprovado em Direito pelo Ari de Sá, deu: Vida e Otimismo, de José Aristides Braga, que foi secretário do ótimo Governo César Cals e diretor, no Recife, do Grupo Votorantim, então o maior do Brasil.

Demanda feita por esta coluna da letra de Promessa, do grande Evaldo Ruy, imediatamente atendida pelo leitor Aristófanes Canamary e, a seguir, por Franzé de Lima, que desempatou o jogo, trazendo também a música, na Internet, cantada pela Ângela Maria.

Desde o ocaso do ano passado, aconteceram cristãs novas na Academia da Porcelana, que Maria José Emygdio mantém na tranquila Padre Quinderé, ela matriculou Zuíla Bulcão e Marieta Mesquita, e, na cadeira de Crochê, Heloísa Melo e Ângela Studart.

No seu excelente 40, Quando o Mundo, Enfim, Descobriu o Brasil, Ricardo Amaral incidiu no erro de tantos, ao se referir ao Luiz Severiano Ribeiro Júnior como o Pai da Exibição Cinematográfica Brasileira, quando, quem faz jus, é o Luiz Severiano Ribeiro, que aos 84 inaugurou o São Luiz da Praça do Ferreira, dizendo de palco que estava dando ao seu torrão Ceará o maior cinema do Brasil.

Faz-se mister destacar o casamento nova-iorquino, pois ainda é tempo, Nazaré Sales, que nasceu em Belém, como uma das mais elegantes, trajando vinho, e a fase de beleza evidente da Esther Weyne, não atingida nem quando era a senhora Régis Jucá.

Na televisão, é sempre muito bom gozar de grande público, como acontece com este repórter no Gente na TV, da Janga, sem falar nas boas merendas, como, por exemplo, ganhar beijos e cheiros televisivos, da preciosa e solidária confreira Lorrane Cabral, como se verificou numa das quintas mais recentes.

E agora, se vocês me dão licença, vou ficando dominicalmente por aqui mesmo.

Marcelo Campelo,

Feitosa de mãe, tão boa praça quanto o de por parte de pai.

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