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Jornal
VERSÃO IMPRESSA

Colunista assume dianteira na TV & outras notas

26/05/2019 06:46:16
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Numa das quintaferinas de Gente, quando doutrinei a subida e descida em escadas, estimadas companheiras Lorrane Cabral e Fernanda Nepomuceno tomaram determinações à risca, esperando que Degas Aqui fosse na frente, pois o Rick Teixeira estava ausente, agora na descida, no estúdio da Jangadeiro foram outros quinhentos, pois aí as mulheres vêm diante.

O senhor Givaldo, que é também Sisnando e apontado o Edilmo Cunha do Cariri, me trouxe um régio presente, medicamentos pertinentes aos principais quiproquós orgânicos para cuja aquisição colaborou decididamente o filho Duda Passos, de mãe, que por sinal deve se encontrar novamente nos States, onde profissionalmente mora, após circulada pelo Velho Mundo, calcada em Espanha e Portugal.

Caiu em minhas mãos uma foto trazendo dois homens que não deveriam morrer, um amigo que era irmão, o senhor Luiz Frota, e um irmão que era amigo, o senhor Neno Cavalcante.

Quero mencionar o colega Flávio Torres pelo modo tão simpático como agradeceu nosso modesto apoio à sua entrega das láureas muito bem batizadas de Wanda Palhano, a Miss Ceará que não tivemos.

Crônica deste colunista sobre uma tarde no Ideal em 1955, quando o clube só tinha 250 proprietários, começava assim: A senhora Ivone Gentil Faria mergulhou na piscina, a senhora Rita Mota compareceu de amarelinho, na pérgula o presidente Aurélio Mota comandava o papo....

O senhor Gutemberg Figueiredo que num almoço para Luciana Dummar em Santa Cruz, foi apontado Operário-Padrão de O POVO, atualmente é considerado o diretor mais devotado à Associação Cearense de Imprensa, não faltando uma só sessão no Edifício Perboyre e Silva, meu primeiro presidente (da ACI).

Fazendo cinquentenário do fechamento da boate Meia Noite, que só durou dois anos, os irmãos Pinheiro, Ésio, Elísio, Francisco e Sigefredo, tinham projeção na sociedade mais que suficiente para que durasse, porém acontece que nada entendiam das démarches noturnas, a partir da administração, tanto que substituíram o maitre Gonzaga, do metiê e familiarizado com a clientela, por um contador, então foi o começo do fim.

O ministro Ubiratan Aguiar não permanecendo no comando da Cearense de Letras surpreendeu, pois não se esperava que uma presidência auspiciada por todos pudesse ser transformada numa desistência.

A respeito da nota da coluna, devo estabelecer que nada tenho com o peixe, é assunto pra medicina, agora que carrega respeitável carga de mercúrio que mexe com a mente, isso carrega.

E vou ficando por aqui mesmo.

Com neta Cecília Chuback, Nádia Sá Cavalcante, que tomou conhecimento do meu blog Quinta Avenida

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