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Museu da Escrita

01:30 | 31/07/2018
Celça Ferreira
Celça Ferreira

Visitei um lugar maravilhoso e preciso dividir meu fascínio com vocês: o Museu da Escrita.Muito emocionante estar ali, entre máquinas e mobiliários antigos. Voltei no tempo de uma forma muito linda.

 

O Museu é composto por máquinas de escrever (algumas dos finais do século XIX); coleções de Bíblias em vários idiomas; réplica de documentos do antigo Egito escritos em papiros; réplica da Esfinge (cabeça de homem e corpo de leão); bustos de faraós; material relacionado com a escrita em Braille e com a língua de sinais; tinteiros; penas de molhar; canetas tinteiros (réplicas das mais famosas); grampeadores e perfuradores de papel etc.

 

Compõe também o acervo do Museu mobiliário antigo relacionado à escrita, como escrivaninhas, carteira escolar, bureau para máquina de escrever e armários. Aqui, um parêntese: não fosse o Museu da Escrita eu morreria sem saber que "bureau" é "birô". Eu falava francês faz tempo e nem sabia! Fiquei repetindo "birô" com direito a biquinho.Passada!

 

Manuscritos feitos por monges copistas da Idade Média e um livro enorme escrito inteirinho com a mesma caligrafia são peças que se destacam, além de uma coleção de títulos de eleitor. E também uma galeria com fotos e biografias de escritores da língua portuguesa.

 

Difícil dizer o que mais me encantou naquele lugar, mas fiquei deslumbrada com a "Sala da Professora", espaço que simula uma sala de aula antiga, onde estão expostos objetos pessoais da professora sobralense que atuou nos anos 50, Maria Isaurita Gomes Morais.

 

O Museu foi idealizado por José Luís Gomes Morais, filho da professora homenageada, a quem agradeço e parabenizo pela ideia genial que reúne informação, cultura e entretenimento numa só programação.