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Jornal

Um lar bem protegido

02/09/2017 01:30:00
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Cerca elétrica, sensor barreira, sensores de presença e câmeras de segurança são alguns dos vários métodos de proteger a residência. Cada vez mais as pessoas estão buscando novos métodos que preservem de modo eficaz as suas casas, seja com seguranças profissionais ou com tecnologia.

 

O supervisor técnico da Corpvs Segurança, Renan Ramos, destaca que o valor para montar a segurança tecnológica da casa pode variar, dependendo do que o proprietário quer para a sua residência. “Os mais procurados são os dispositivos de câmeras e alarmes. As câmeras ficam conectadas com outras mídias, como computador ou celular. O morador observa sempre que quiser através do dispositivo. Já os alarmes, mais eficientes em empresas multinacionais, também são bastante utilizados em residências. É impossível não espantar alguém que tenta invadir”, explica.

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Segundo Renan, os valores podem variar dependendo da quantidade de materiais que o cliente vai solicitar. “Fica difícil especificar os valores, já que as pessoas optam por aparelhos diferentes em suas respectivas residências. Inclusive, o preço pode mudar também com a quantidade de cerca elétrica que a pessoa vai usar”, diz.


Tipos de segurança


O cliente pode optar por comprar o dispositivo de segurança, em que o valor varia de acordo com a metragem da casa ou empreendimento. O consultor vai à propriedade, estuda as medidas, cria a metragem e passa o valor para o proprietário. Seria injusto medir o valor sem ir a casa. O outro meio é alugando. Paga-se uma mensalidade para a empresa depois de acertar um contrato. Ambos os serviços exigem que o funcionário conheça o terreno.


Há ainda a vigilância de homem armado. “É mais comum receber pedidos de empresas, multinacionais e outros empreendimentos. Onde tem indústria, tem serviço de segurança. A demanda não para. Mas hoje muitas pessoas procuram o serviço para manter a proteção em casa e no bairro, como acontece em algumas áreas”, explica Maxsuel Carvalho, do setor comercial da Serval Segurança. Ele enfatiza que ao contratarem o serviço da Serval, o cliente precisa especificar as suas atividades.


“O morador precisa explanar sobre qual o tipo de segurança, a carga horária, categoria do segurança e se quer que seja armado ou não”, diz. Ele destaca a importância dessas informações, logo que se separa por categoria o profissional, já que tem processo de recrutamento, admissão e de treinamento. O serviço possui durabilidade de 12 meses no contrato. A empresa não quis relevar os valores específicos, já que dependem da situação. “O tipo de serviço que formata o valor”, pontua.

 

Falhas

 

Ele confessa que acontecem falhas em alguns sistemas, mas é algo raro. Para evitar defeitos, Renan sugere que se aplique mais de um meio de segurança. “Se um disposto falhar em seu funcionamento, o proprietário ainda tem outro método de manter a proteção. Por isso que a demanda de alarmes e câmeras é alto. É tudo questão de precaução, até porque é melhor pecar pelo excesso do que pela falta. O morador pode até viajar com a casa em segurança”, diz.

Gabriel Amora

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