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Jornal

Montando uma tendência

02/09/2017 01:30:00
A arquiteta Danielle Holanda ressalta que grande parte dos halls serve como cartão de visita, principalmente com a atual concorrência de construtoras no mercado. “Para se diferenciar, os empreendimentos aplicam cores diferentes no papel de parede e ainda colocam iluminação que serve para receber visitas, estudar e descansar. Já a porta de entrada, tapete e cortina também completam uma trinca de sofisticação e cores que deixa tudo mais conectado com a linguagem do apartamento”, explica.

 

Para ela, este é o verdadeiro foco de um hall de entrada: criar vínculo com o resto do prédio. “Ao criar um estilo e personalidade elegante, os apartamentos e residênciais têm que receber o mesmo foco. Se o morador procurar por um prédio, se apaixonar pelo hall e se frustrar com o apartamento, tudo vai por água abaixo”. Daniella já fez halls de R$ 1 mil à R$ 10 mil.


Já Sarah Aguiar, diretora executiva da construtora Mendonça Aguiar, pontua que a busca por projetos com halls de alto padrão está cada vez maior. “Com uma piscina, salão de festas e academia adequadas, os empreendimentos investem nos halls, já que é um ambiente de entrada e que, incrivelmente, algumas empresas não atentam”, explica.


A diretora conta que se deve usar materiais nobres que não são tão caros. “É importante colocar uma sequência de quadros, flores, tapete e uma iluminação adequada. Depois que passa pelo hall, o morador compreende a elegância e importância do cômodo”. (Gabriel Amora)


Adriano Nogueira

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