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Jornal

Manutenção constante

02/09/2017 01:30:00
O síndico profissional Fernando Zito observa que, antes de mais nada, é preciso ter em mente que o elevador é uma máquina, que poderá apresentar problemas. “Caberá ao condomínio manter contrato de manutenção preventiva e corretiva, de preferência com a fabricante, exigindo visitas periódicas com apresentação de relatório que demonstre os serviços efetuados”, acrescenta.

 

Explica que alguns condomínios contratam empresas especializadas na elaboração de laudo que demonstra o estado de conservação dos elevadores, ou seja, faz uma espécie de “auditoria”. “Caso encontre problemas, esse relatório é apresentado para a fabricante ou para a empresa responsável pela manutenção do elevador”.


O síndico também salienta os cuidados por parte dos condôminos. “Os moradores devem utilizar o equipamento de forma correta, evitando sobrecarga de peso, em especial nos elevadores de serviço. Os pais não podem permitir que as crianças apertem todos os botões e transformem esse meio de transporte em um grande brinquedo”, afirma.


De acordo com Zito, os principais gastos dentro de um condomínio estão na folha de pagamento de seus funcionários e no contrato de manutenção dos elevadores. “Dessa forma, a missão dos condomínios é reduzir esse custo”, afirma, adiantando que muitos optam cancelar o contrato com a fabricante e no seu lugar colocam empresas desconhecidas.


O síndico profissional considera que essa não é a melhor solução. “Por um lado ele fez uma ótima economia, pois essas empresas costumam cobrar menos, mas por outro estará colocando em risco a integridade física dos moradores”, avalia, ressaltando que essa não é, e nunca será, uma saída inteligente. Para ele, o mais correto, é buscar modernizar as máquinas, com tecnologias modernas possibilitando redução de energia e por consequência da conta de luz.



Adriano Nogueira

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