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Jornal

Casa personalizada

29/07/2017 01:30:00

A professora aposentada pela Prefeitura de Fortaleza, Lúcia Holanda, 63, explica que, quando comprou o seu apartamento, exigiu algumas mudanças na planta. “Transformei um banheiro em dois pavimentos menores: uma despensa para a cozinha e um cantinho de costuras onde coloquei a minha máquina”, diz. Segundo Lúcia, as modificações foram mais econômicas, visto que usou o serviço e sugestão da construtora.


“Foi mais prático, já que o engenheiro ainda estava na obra. Utilizamos os próprios operários que se esforçaram e trabalharam além do expediente para nós”. Lúcia ainda pontua que foi uma conta à parte bem pequena da construtora, o que lhe trouxe economia até na elaboração do projeto, já que não contratou nenhum outro profissional para alterar o apartamento.


Já o analista de sistema, Roberto Morel, 30, comenta que o arquiteto projetou o apartamento, que é pequeno, para retirar duas paredes de gesso e ampliar a sala. “Seguimos o modelo da planta original e vamos tirar paredes e tornar a sala mais espaçosa. Vai ser uma medida que vai valorizar o meu imóvel, uma vez que ele é pequeno e que a sala agrega e unifica os outros cômodos”, explica.


Além disto, Roberto pontua que a mudança projetada é mais barata do que procurar um apartamento com todas as características requisitadas, dado que o valor da mudança vai ser pequeno comparado ao apartamento de sala grande. “Com certeza é mais barato. Hoje as salas ampliadas são muito procuradas. Quando comprei o apartamento já fui pensando nesta mudança e na valorização que ia garantir ao espaço”. (Gabriel Amora, especial para O POVO)



Adriano Nogueira

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