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Jornal

Você tem crédito

13/05/2017 01:30:00
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Realizar o sonho de ter a casa própria ou simplesmente adquirir um imóvel para investir, via financiamento, é desejo dos mais seguros para muitos brasileiros.


Com a disposição do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) em intensificar o ritmo de cortes na taxa básica de juros, a Selic, - que passou de 12,25% ao ano para 11,25% ao ano em abril - os bancos também aderiram a pratica de taxas de juros mais baratas.
Por mais que a Selic esteja em queda e, em longo prazo, sejam menores os juros a pagar, é imprescindível o indivíduo saber se vai ter condições de arcar com a parcela futuramente ou contar com fontes de renda para fazer reservas e quitar outras dívidas que possam surgir.
 

“É importante pensar com calma e não deixar só a emoção tomar conta desse momento”, afirma a educadora financeira DSOP, Cíntia Senna, citando simulação pela Internet ou em sites das próprias financiadoras e bancos como forma de se precaver. “Com isso, dá pra se ter uma ideia de quanto é preciso dar de entrada no imóvel, já que, na maioria das vezes, não é possível conseguir 100%”.

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Com taxa de juros de 8,66% ao ano, a linha mais barata do mercado, a pró-cotista, é boa opção para trabalhadores com pelo menos 36 meses de vínculo com o FGTS. É preciso, porém, ter saldo na conta do FGTS de pelo menos 10% do valor do imóvel ou estar trabalhando.
 

A linha chegou a ter novos financiamentos suspensos por falta de recursos, cujo volume era suficiente apenas para os contratos já firmados. Entretanto, o Ministério das Cidades garantiu aporte de R$ 2,54 bilhões e a Caixa passou a receber novamente propostas.

Ligia Costa

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