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Jornal

Entrevista com Emanuel e Felipe Capistrano, da Mota Machado

13/05/2017 01:30:00
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Prestes a completar 50 anos, a Mota Machado lança mais uma edição da Megastore. O evento começou ontem e segue até 11 de junho no Riomar Fortaleza, com condições especiais de venda.
 

Conforme Emanuel Capistrano, diretor operacional da Mota Machado, e Felipe Capistrano, diretor comercial da empresa, afirmam que este é o momento de comprar. “Os preços estão em um patamar que jamais vão se repetir”, garante Emanuel.
 

Nesta entrevista, eles, pai e filho, falam sobre a campanha, sobre o mercado imobiliário e projetam o futuro.

O POVO – Qual sua avaliação sobre o mercado de Fortaleza?
Emanuel Capistrano - Nós estamos vivendo um momento de muita cautela. Acompanhamos grandes mudanças políticas nos últimos anos, mas, felizmente, já conseguimos enxergar uma luz no fim do túnel. No início do ano, por exemplo, nós ficamos fracos com o mercado, apesar da retomada em abril. Então, estamos começando a virar a roda em 2017 agora. Sentimos a retomada, ainda que o “boom” de 2007 até 2010 nunca mais retorne. Mas acreditamos que tudo vai voltar aos bons patamares da construção civil e para o País economicamente.

OP – Os consumidores sentem isso?
Emanuel - Não há dúvidas de que sim. A queda de inflação e de juros se tornou algo decisivo para o mercado, mesmo que não aconteça de imediato. O início do ano nos lembrou como o nosso setor exige paciência para trabalhar devagar. No entanto, agora nós acreditamos que as taxas (de juros) desçam ainda mais durante o ano, logo abaixo dos dois dígitos.
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OP –
Vocês devem fazer algum lançamento em breve?
Emanuel - Posso afirmar que contribuímos muito para o sistema imobiliário e econômico nacional. Deste modo, refletimos que esse não é o momento de lançar algo. Estudamos a técnica, o que desenvolveu oportunidades de aprender a viver nesse País problemático. Mesmo sem lançamentos, nós partimos para uma condição fora da curva. Então, ainda que esteja se aquecendo, é cedo para novos e grandes lançamentos.

OP – Como a Mota Machado vai comemorar seus 50 anos?
Emanuel - O nosso último grande investimento aconteceu nos 40 anos. Agora, com os 50, nós temos a Megastore.

OP
– Quais serão as condições desta edição?
Felipe Capistrano - A Megastore funciona como um varejão de preços baixos. Hoje já temos total confiança do público brasileiro. E nos próximos meses, logo antes dos 50, a Mota Machado irá sortear um apartamento para quem comprar acima de 500 mil durante o ano. Na Megastore de 2017, nós apostamos garantir (a venda de) grande parte do estoque. O nosso cliente não procura só preço baixo. Ele procura oportunidade em ter um produto de alta qualidade. Dito isso, o nosso estoque está diversificado e com ótimas condições.

OP -
Como foram as outras edições da Megastore?
Felipe - Começamos em 2015 como uma incógnita, já que não estávamos acostumados. No entanto, foi o melhor momento. Foi um grande sucesso, o que rendeu outra oportunidade em 2016. Para a nossa felicidade, nós vendemos muito em um ano que, todos sabem, foi muito difícil para todos. Foram mais de 300 imóveis vendidos nos dois anos. Foi um sucesso em Fortaleza e em São Luís.

OP – A que a Mota Machado atribui sua longevidade e sucesso?
Emanuel - O trabalho que realizamos é muito árduo. Os valores continuam os mesmos, com a equipe dedicada, como sempre foi, e com os ensinamentos deixados por Assis Machado. A nossa dedicação, transparência e respeito aos clientes e produtos de qualidade não deixam de transmitir valores que qualquer empresa deveria adotar para si. Não queremos simplesmente ser a maior construtora. Resolvemos ser a melhor.

OP - Qual a sua visão de qualidade construtiva?
Emanuel - Nosso sistema de qualidade tem foco desde a escolha do terreno. O projeto, desenvolvimento, material publicitário e todo o resto é extremamente fiel ao que vamos entregar. Aprimoramos os métodos e não deixamos nada de lado. Procuramos novos produtos, matérias que tranquilizam na construção e no apoio do pós-obra, já que aconselha e ajuda os clientes em tudo, o que nos traz tremendo orgulho.

OP - Como a empresa lidou com a crise?
Emanuel - Sentimos as mudanças no comportamento do cliente na procura por imóvel logo no começo da crise. Com isto, desenvolvemos mais cautela, como os compradores, na hora de lançar algo. Mas seguimos com a transparência, preço justo, qualidade, boa localização, contato com fornecedor, colaborador e funcionário e respeito total ao cliente.

OP - O senhor acredita que exista uma janela de oportunidades para quem comprar agora?
Emanuel - Sim, o momento é do comprador. Os preços estão em um patamar que jamais vão se repetir. Assim, os lançamentos são inviáveis agora, já que os preços e qualidade não condizem com a nação atualmente. Os empreendimentos, com isto, vão mudar as suas características e valores, como os espaços de lazer que vão passar por mudanças no futuro. As pessoas acreditam que os preços vão ficar mais baixos, no entanto, este é o momento decisivo. No futuro vai ser complicado para quem não garantiu ainda. Não creio que ano que vem isso continue.

 

 

Gabriel Amora

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