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Abertura do Halleluya reúne 100 mil pessoas

2018-07-26 01:30:00
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Milhares de pessoas participaram da missa que abriu o Festival Halleluya 2018, ontem,25, no Condomínio Espiritual Uirapuru, no Castelão. Foram 100 mil pessoas de acordo com a organização do evento católico.

Em sua homilia, o padre Antônio Furtado, da Comunidade Shalom, falou sobre o chamado para ser santo feito por Deus a todas as mulheres e a todos os homens da Terra. Ele reconheceu que não é algo fácil de ser seguido, mas afirmou que a recompensa é a felicidade eterna "ao lado do Pai".

A celebração aconteceu no Dia de São Tiago. "Tiago foi o primeiro apóstolo a ser mártir, a se entregar completamente em nome de Deus. Ele é o santo protetor dos cavaleiros, dos peregrinos. É exemplo de doação em vida a Jesus Cristo", conclamou padre Furtado para a multidão.

Na noite desta quarta-feira, subiram ao palco principal a banda Anjos de Resgate, Adoração e Vida e o cantor Batista Lima, ex-vocalista da banda de forró Limão com Mel.

Na abertura, cerca de 30 jovens demonstraram, em passos de dança ao som do hip hop, que o Halleluya é um festival para todos os públicos, segundo o auxiliar de escrevente de cartório, Maurílio Saraiva, 23. Ele era um dos bailarinos da abertura. "Estou no Shalom há dois anos e cada vez mais o festival se mostra como a festa que nunca acaba", contou.

O festival católico prossegue até domingo com programação gratuita e diária.

Hoje, as atrações do palco principal da festa são os cantores Gil Monteiro, Naldo José, Suely Façanha, Davidson Silva e Tony Alysson.

Já o palco alternativo terá a apresentação de Ticiana de Paula, Maior Sonho, Fernanda Silva, DJ Ronny Moura e a banda de forró Vinde a Mim.

Pela primeira vez no Halleluya, Geane de Oliveira, 43, dona de casa e Cássio Barros, 48, policial militar, levaram o filho de 6 anos, Cassiano ao evento. Os três, sentados em toalhas, faziam coro às músicas da celebração. "É um lugar que você se sente bem pela presença de Deus".

Alisson Marques, 37, ouviu atento cada palavra e disse recordar do primeiro festival do qual participou, há cerca de 15 anos, quando a festa ainda era realizada no Anfiteatro do Parque do Cocó. Técnico de microinformática, ele revela que o festival é um alento para esse mundo tão sem esperança. "Aí vem Deus e diz: 'filho, estou aqui'", acredita.

ANGÉLICA FEITOSA

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