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No desembarque no Rio de Janeiro, Tite agradece e Neymar some

01:30 | 09/07/2018
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A chegada de parte da seleção brasileira no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo, frustrou a pequena torcida que esperava desde a madrugada com muita ansiedade.

Separados em dois grupos, uma parte foi recebida com festa pela torcida, e outra, que optou pelo portão principal, teve a recepção principalmente de quem chegava à cidade ou esperava no desembarque do aeroporto.


O primeiro a sair pela porta principal foi Gabriel Jesus, seguido por Geromel e Taison. O volante Casemiro fez balanço positivo.

“Aconteceram muitas coisas boas, não é o fim de uma era. A comissão seguirá fazendo um grande trabalho. Todos perdem e ganham juntos”, afirmou. O avião vindo da Rússia, com escala em Madri, chegou por volta das 5h30 no Rio. Sem informação de onde seria o desembarque, imprensa e torcedores iam de uma ponta a outra do aeroporto para tentar encontrar os jogadores.

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A chegada de Tite foi muito comemorada. Sem sucesso, o técnico tentou escapar da imprensa, mas falou rapidamente. “Quero agradecer de coração, muito obrigado”, disse aos cerca de 20 torcedores que desde às 5h circulavam pelo aeroporto à procura da comitiva.


Julia Lopes, 13 anos, moradora da Penha, zona norte do Rio, estava com a amiga Luana, da mesma idade, e a mãe dela, Renata. Júlia queria ver Neymar, o único dos jogadores previstos para desembarcar no Rio que não foi visto por ninguém. Luana, maquiada com as cores do Brasil, não poupava elogios à equipe eliminada pela Bélgica. “Eles deram tudo deles, a gente só tem muito amor e carinho para dar. Sou muita fã do Neymar”, disse a estudante.


A mãe, Renata, 41, assistente administrativa, disse apoiar a seleção mas reclamou da desorganização na chegada. “Não somos marginais, só queremos recebê-los”, comentou sobre a confusão do desembarque.Crianças de até 4 anos fizeram questão de vir com os pais, caso de David Santana, que saiu da Lapa, bairro central do Rio, às 4h30 com os dois filhos, Bernardo, de 4, e Pedro, de 10 anos, para ver a chegada da seleção. “Eu ia vir na vitória, então vim na derrota, para lembrar a eles que eles têm apoio”, disse Santana

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