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Sócio é alternativa para suprir falta de outras receitas no Tricolor

Programa de sócios é alternativa para suprir falta de receitas de torneios

01:30 | 06/12/2017

Sem Copa do Nordeste e sem Copa do Brasil em 2018 e, consequentemente, sem as gordas cotas de participação e de avanço que ambas proporcionam, o Fortaleza terá que buscar em outras fontes receita para bancar os investimentos para a próxima temporada. Uma das válvulas de escape do clube tem sido o programa de sócio-torcedor, que vem ganhando corpo desde a conquista do acesso à Série B. Ontem, o Tricolor celebrou a chegada à marca de 13 mil sócios.  E já existe uma nova meta para ser batida até janeiro.  

“Para a sustentabilidade do clube a gente precisa começar o Estadual com 15 mil sócios e a Série B com 20 mil. Por isso que estamos trabalhado muito neste aspecto, criando o Leão pelo Brasil e o Leão do Interior”, disse o presidente do clube, Marcelo Paz, que já enfatizou várias vezes que “o elenco do Fortaleza terá o tamanho do sócio-torcedor”. 

Além disso, o Tricolor deve ter a Caixa como sua patrocinadora a partir de janeiro, pagando R$ 200 mil por mês. FAZ FALTA

Ficar de fora da Copa do Brasil e do Nordestão fará o Fortaleza deixar de arrecadar R$ 1,5 milhão — o equivalente a 10 meses de salário do técnico Rogério Ceni — de cotas pelas fases iniciais dos dois torneios.  

Na Copa do Nordeste o Tricolor teria um valor garantido de R$ 875 mil pelas seis partidas da 1ª fase, enquanto na torneio nacional, com a nova premiação a ser distribuída, o valor da cota fixa para o jogo único da 1ª fase será de, no mínimo, R$ 625 mil para o grupo em que o Fortaleza estaria inserido. (Colaborou Fernando Graziani)

BRENNO REBOUçAS