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Jornal

Hooligans são vigiados

14/06/2017 01:30:00

Na Eurocopa 2016, as brigas entre torcedores de Rússia e Inglaterra, em Marselha (França), levantou dúvidas sobre o país anfitrião do Mundial de 2018 promover um evento seguro.
 

Num primeiro momento, a diplomacia russa reclamou das prisões pela polícia francesa. Deputados, inclusive, motivaram os torcedores a brigarem. Porém, Moscou mudou de postura por conta das críticas recebidas e os radicais se tornaram alvo de investigação. Levadas a cabo pela Divisão E do Ministério do Interior, normalmente encarregada de extremistas e opositores políticos, as detenções e condenações contra os hooligans se multiplicaram.
 

A polícia não esconde que vigia de perto os movimentos. As autoridades montaram uma lista de 191 nomes proibidos de entrar em estádios, além de apostar na carteira de identidade do torcedor como medida de segurança.
 

“Os cidadãos que infringirem a lei durante os eventos esportivos, que tenham tido comportamentos racistas, queimado sinalizadores, quebrado cadeiras, iniciado brigas... Temos todos vigiados de perto e constantemente”, advertiu o comandante Anton Goussev, encarregado da segurança de espaços esportivos do Ministério do Interior. (AFP)

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