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Por dentro do Grupo D

01:30 | Jun. 07, 2018
Autor Gabrielle Zaranza
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Gabrielle Zaranza Estagiária de Agenda Cultural do Vida&Arte
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Tipo Notícia

Nesta Copa do Mundo não há nenhum “grupo da morte”. Mas, pode-se dizer que o Grupo D é um dos mais difíceis, o que promete um caminho nada fácil para a Argentina, cabeça de chave. Mesmo assim, os hermanos são os favoritos ao 1º lugar do grupo. A Croácia, que também chega forte ao Mundial, deve ficar na vice-liderança.


Atual vice-campeã, a Argentina não passa por grande momento. Isso porque a classificação nas Eliminatórias Sul-Americanas foi conseguida com muito suor, somente na última rodada. Apesar do conturbado processo de formação da equipe para a Copa 2018, não dá para duvidar da capacidade da equipe comandada pelo ótimo técnico Jorge Sampaoli.


Fora a tradição, a Albiceleste conta com aquele que é apontado por muitos como o melhor jogador do planeta e um dos melhores de todos os tempos: Lionel Messi. O camisa 10 foi o responsável por salvar a Argentina e levar o país ao Mundial. Qualquer time que tenha Messi vestindo sua camisa impõe respeito. Porém, será necessário que outros coadjuvantes possam auxiliar o craque no torneio. Assim como em 2014, quando Angel Dí Maria foi fundamental para levar os hermanos à decisão. Além dele, o experiente Mascherano (Hebei Fortune-CHI), o decisivo Sérgio Aguero (Manchester City-ING) e o jovem Paulo Dybala (Juventus-ITA) são alguns dos destaques que terão a missão de fazer a Argentina voltar a conquistar a Copa do Mundo após 32 anos. A grande incógnita é, como sempre, o sistema defensivo, que oscila bastante e já impediu maiores conquistas.

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Quem também chega sob expectativa é a seleção da Croácia. Com jogadores que atuam nos principais clubes do mundo, os croatas têm a missão de transformar o bom elenco em uma equipe coletivamente forte. O atacante Mandzukic (Juventus-ITA) e os meio-campistas Modric (Real Madrid) e Rakitic (Barcelona) são os principais destaques. Outros nomes, como Kovacic (Real Madrid), Lovren (Liverpool-ING), Vrsaljko (Atlético de Madrid) e Perisic (Inter de Milão), garantem qualidade em todos os setores.


Em sua 6ª participação nas últimas sete Copas, a Nigéria tem mais esperança de surpreender do que em edições anteriores. Velocidade, força e intensidade são as principais características do time. O experiente volante Obi Mikel (Tianjin Teda-CHI) e os atacantes Victor Moses (Chelsea-ING) e Alex Iwobi (Arsenal-ING) são os principais destaques.


A surpresa do grupo fica por conta da Islândia, sensação da última Eurocopa, em 2016. Na ocasião, chegou às quartas de final em sua primeira participação e ganhou a simpatia de torcedores do mundo inteiro. Além disso, se classificou como líder de um grupo que tinha Croácia, Ucrânia, Turquia e Finlândia. O principal jogador é o meia Gylfi Sigurdsson (Everton-ING). Na sua estreia em Mundiais, a Islândia chegará como time que tentará surpreender.

 

ANGEL DÍ MARIA

 

Foi um dos principais destaques da Argentina na última Copa. Um bom desempenho dos hermanos agora em 2018 passa por ele

 

2.379


É o número de gols marcados até aqui em todos os jogos de Copa do Mundo.

 

11

 

Jogos é a maior sequência de vitórias de um treinador em Copas. Felipão conseguiu tal feito obtendo sete vitórias com o Brasil em 2002 e quatro com Portugal em 2006.

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