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Jornal

O perfil para a carreira 3.0

05/08/2017 17:00:00

Pensamento crítico, criatividade, saber resolver problemas complexos, resiliência, buscar aprendizado sempre e ter empatia com o cliente são competências prezadas nas carreiras 3.0, avalia Mariangela Schoenacker, responsável pelo escritório da Consultoria Lee Hecht Harrison (LHH) no Recife.


Ambientes de inovação ajudam a aflorar essas competências e podem ser um pontapé para que novas profissões surjam no mercado. A exemplo do que já vem acontecendo com a disrupção de alguns negócios como o de transporte, como Uber, e de hospedagens, como Airbnb. Para Mariangela, no futuro, é possível que se tenham, por exemplo, profissões como consultores de privacidade e curadores digital. O importante é não se deixar ficar obsoleto.


“A palavra chave é colaboração. É não mais coordenar o outro, para coordenar com o outro. É pensar em conjunto como resolvo a dor daquele cliente”.


O que, em muitos casos, pode levar também a outros tipos de realização profissional: o de trabalhar com propósito. “Eles querem enxergar o impacto do trabalho deles no mundo”.


É o que a engenheira sanitarista e ambiental, Daniele Brito de Sousa, 32, acredita ter encontrado depois que decidiu atuar por conta própria na Argus Engenharia Ambiental. “A maior vantagem que eu vejo é a possibilidade de expansão por meio de parcerias, você pode chegar muito longe de acordo com tua proposta. É claro que isso requer conhecimento, contatos, mas é diferente de se estar em só uma empresa em que você só se especializa naquela atividade que mandaram você fazer”. (Irna Cavalcante)



Adriano Nogueira

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