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Programa habitacional para servidores terá imóveis até R$ 500 mil

| CEARÁ | Ainda em elaboração, o projeto pode ter terrenos do Governo do Estado e parceria com bancos públicos e privados

01:30 | 12/03/2018

O programa habitacional para servidores estaduais do Governo do Ceará terá imóveis entre R$ 120 mil e R$ 500 mil. A modelagem e as faixas ainda são debatidas com o governador do Estado, Camilo Santana (PT). Ainda não há uma data para a apresentação.

“São apartamentos entre R$ 120 mil, R$ 150 mil e R$ 160 mil. Mas também imóveis de R$ 400 mil e R$ 500 mil. Ainda estamos trabalhando na redução de alguns encargos, considerando que o Governo entrasse com o terreno”, explica Jesualdo Farias, titular da Secretaria das Cidades do Ceará.

Nesse momento, trabalha-se no levantamento para atrair investidores. “São unidades habitacionais que devem respeitar as faixas salariais”, esclarece.

Além de empresas interessadas na construção dos imóveis, o Estado dialoga com Caixa Econômica Federal para ser parceira. Outros bancos, inclusive privados, também podem ser agentes financeiros.

 

“O mercado tem uma forma de financiamento direta para o servidor. E é isso que não podemos desconsiderar. Existe um estoque grande de imóveis”, complementa Jesualdo. Ele diz que o Estado não pode simplesmente doar terreno. “Avaliamos a possibilidade do Governo ter uma associação com empresas. Não existe modelo fechado”, diz.

Pelo menos cinco áreas em Fortaleza já foram selecionadas para eventuais empreendimentos. Entre elas, nos bairros Prefeito José Walter, Messejana e um próximo da avenida Washington Soares. “Começaremos pela Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), com destaque inicial para a Capital. Depois serão atendidos os municípios de Maracanaú e Caucaia. Por fim, as áreas do Interior”, adianta. Sobral e Cariri devem ser beneficiadas.

Com relação à participação dos servidores, Jesualdo garante que todos os funcionários públicos poderão aderir. No passado, policiais e professores foram beneficiados por programas habitacionais. Para ter capilaridade de contratação, também são discutidas flexibilização das normas de crédito consignado para os funcionários estaduais.